sexta-feira, 27 de outubro de 2017

MARINHA
"You have (or not) a Navy. You raise an Army. Period."
Para que fique claro!
ANTÓNIO CABRAL
cAlmirante, reformado
(chapéus há muitos)

sábado, 14 de outubro de 2017

SAMED e ADM-boas notícias

  Face ao constante no Artigo 137.º da Proposta de OE2018, se vencer como é crível, ficará anulada, em 2018, a razão (falta de pagamento) pela qual os stocks da farmácia do SAMED deixaram de ser repostos. E anula também encargos da ADM com qualquer farmácia e não apenas com as do Serviço Nacional de Saúde.
  Água mole...
 
“Artigo 137.º
Encargos dos sistemas de assistência na doença
A comparticipação às farmácias, relativamente a medicamentos, por parte da ADSE, dos
SAD e da ADM, incluindo neste caso os pontos de dispensa de medicamentos vulgarmente
designados por farmácias militares, é assumida pelo SNS.”

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

DOMÍNIO PÚBLICO MARÍTIMO
Será que a curto prazo se vai passar a designar por, "Domínio que eu com o meu dinheiro domino à minha vontade"?
Fotografia do Público que, presumo, muitos terão visto.
Portugal, um País cada vez mais caricatural.
(Já sei, escusam de me dizer, estou a ser duro na apreciação, certamente que o ministério do ambiente já está em cima da coisa tal como a autoridade marítima nacional).
Parafraseando o sr Almirante Nunes da Silva........cumpram as leis!


António Cabral
cAlmirante reformado, ........mas não engarrafado
(autor do Chapéus há muitos)

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Cumpram as Leis!

  Há um sector da população que continua no regime da troika, no que respeita ao acesso à saúde e assistência na velhice: é o dos militares e respectivos agregados familiares.
 Com desrespeito total pela Lei.
  Porque o Governo não cumpre o estabelecido no artigo 15º da Lei 11/89, nem o artigo 13º do DL 193/2012, quanto ao apoio na saúde. Continuando e agravando todo o desrespeito a essas leis criado pelo anterior Governo.
  Só lhe interessa que os militares cumpram com todos os seus múltiplos deveres e abdiquem de muitos dos direitos constitucionais dos restantes cidadãos. As compensações, apesar de estabelecidas na Lei, é que não!
  O anterior Governo retirou-lhes a maior parte do apoio à saúde que o IASFA lhes dava. E o que restou está-se agora esvaindo.
  Já lhes tinham encerrado a maior parte das consultas médicas e a imagiologia. Agora estão também em estertor as análises e a farmácia. Por não pagarem aos fornecedores!
  Ainda hoje fui ao CASO de Oeiras: farmácia com falta de medicamentos, não repondo stocks; análises, que já só são efectuadas por firma privada, em risco de encerrarem ainda este ano!
  E tudo isto apesar dos militares terem tido o seu desconto obrigatório para o IASFA aumentado pelo anterior Governo para 3,5% do seu vencimento - bruto. E apesar de, com os seus impostos, cumulativamente, suportarem também o Serviço Nacional de Saúde.
  Vendo-se assim obrigados a recorrer ao sector privado e lá pagarem as respectivas taxas.
  Custa a admitir, mas até parece que haverá mesmo a intenção de serem os militares e seus familiares a funcionarem como âncora do sector privado da saúde!