Com desrespeito total
pela Lei.
Porque o Governo não
cumpre o estabelecido no artigo 15º da Lei 11/89, nem o artigo 13º do DL
193/2012, quanto ao apoio na saúde. Continuando e agravando todo o desrespeito a
essas leis criado pelo anterior Governo.
Só lhe interessa que
os militares cumpram com todos os seus múltiplos deveres e abdiquem de muitos
dos direitos constitucionais dos restantes cidadãos. As compensações, apesar de
estabelecidas na Lei, é que não!
O anterior Governo retirou-lhes
a maior parte do apoio à saúde que o IASFA lhes dava. E o que restou está-se agora
esvaindo.
Já lhes tinham
encerrado a maior parte das consultas médicas e a imagiologia. Agora estão também
em estertor as análises e a farmácia. Por não pagarem aos fornecedores!
Ainda hoje fui ao
CASO de Oeiras: farmácia com falta de medicamentos, não repondo stocks; análises, que já só são
efectuadas por firma privada, em risco de encerrarem ainda este ano!
E tudo isto apesar
dos militares terem tido o seu desconto obrigatório para o IASFA aumentado pelo
anterior Governo para 3,5% do seu vencimento - bruto. E apesar de, com os seus
impostos, cumulativamente, suportarem também o Serviço Nacional de Saúde.
Vendo-se assim obrigados
a recorrer ao sector privado e lá pagarem as respectivas taxas.
Custa a admitir, mas até parece que haverá
mesmo a intenção de serem os militares e seus familiares a funcionarem como âncora
do sector privado da saúde!
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