quinta-feira, 29 de junho de 2017

SIRESP


Recebido do Engenheiro Brito Afonso um apontamento sobre o Siresp e a problemática associada relativamente à recente tragédia de Pedrógão Grande:

"Face  à  confusão  que  se  estabeleceu,  inicialmente,  na  comunicação social  quanto  ao  género  da  criatura  SIRESP,  demorei  algum  tempo  a perceber que, na realidade, se trata de duas entidades:
- o SIRESP (Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança de Portugal),   cuja   gestão   e   exploração   operacional   está   atribuída   à Secretaria  Geral  do  MAI,  que  para  o  efeito  dispõe  do  COG  (Centro  de Operação e Gestão)
- a  SIRESP-SA    a  quem  ficou  atribuída,  através  de  uma  PPP,  a responsabilidade pela implantação de toda a rede de comunicação  fixa bem como da sua manutenção (preventiva e correctiva)."

Para ler o apontamento na íntegra podem seguir esta ligação.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Almirante Gago Coutinho

Ainda d'A Voz da Abita, e com a devida vénia, transcreve-se a correcção referida:
Estimados Camaradas,
Como  devem reparado a notícia enviada pela Voz da Abita sobre o programa na RTP Memória dedicado ao Alm. Gago Coutinho tinha uma incorrecção ao referir estar-se em 2009 a comemorar a data do centenário do seu falecimento, quando de facto se comemorava o seu cinquentenário, ocorrido em 18 de Fevereiro de 1959.
Lamentando o lapso cometido agradecemos aos camaradas que tiveram a amabilidade de,  para tal, chamar a nossa atenção.
Como nota final, esperamos que a Marinha dentro de 2 anos comemore os 60 anos passados sobre o falecimento deste seu tão ilustre Oficial.
Saudações Navais

domingo, 18 de junho de 2017

Almirante Gago Coutinho

Com a devida vénia, transcreve-se o recebido d"A Voz da Abita" sobre o Almirante Gago Coutinho:
Caros Camaradas,
Aos que ainda não tenham tido oportunidade de visualizar o excelente documentário realizado pela RTP em 2009, aquando do centenário do falecimento do Almirante Gago Coutinho, vê-lo, ou para alguns mesmo revê-lo, sintonizando a RTP Memória para o dia de ontem, 17 de Junho, onde ele foi exibido pelas 16h37m, com uma duração de cerca de 35 minutos.
Com intervenções oportunas e claras dos Comandantes Malhão Pereira e Proença Mendes.
A não perder por quem, como nós, mantêm vivo o orgulho no seu "Botão de Âncora".

Saudações Navais

terça-feira, 13 de junho de 2017

40º Encontro Nacional de Marinheiros e ex-Marinheiros da Armada e Concerto pela Banda da Armada (Aveiro, 17 de Junho de 2017)

No próximo sábado, dia 17 de Junho, vai realizar-se em Aveiro o 40º Encontro Nacional de Marinheiros e ex-Marinheiros da Armada, organizado pelo Núcleo de Marinheiros da Armada de Aveiro (NMAA), com a colaboração da Associação dos Filhos da Escola do Concelho de Cantanhede (AFECC).


No âmbito deste encontro, a Banda da Armada irá dar um concerto pelas 18 horas, no Largo do Rossio, no centro da cidade, dedicado a toda a população.

SIGA A MARINHA

segunda-feira, 5 de junho de 2017

5 de Junho de 1942: o Afundamento do Lugre Bacalhoeiro "Maria da Glória" pelo Submarino Alemão U94

Completam-se hoje 75 anos que o lugre bacalhoeiro "Maria da Glória" foi afundado pelo submarino alemão U94 a sul da Gronelândia. Estava-se em plena II Guerra Mundial e Portugal era um país neutro. Ao evocarmos este trágico acontecimento, que tanto sofrimento trouxe à comunidade piscatória portuguesa, honremos a memória dos seus 36 mortos e 8 sobreviventes, entretanto também já falecidos.




domingo, 4 de junho de 2017

PORTUGAL contemporâneo
Como (na minha opinião naturalmente) muito bem e secamente comentado tempos atrás, cá temos mais uma vez - os mesmos, sempre os mesmos.
O mesmo partido, obviamente as mesmas fontes (gato escondido rabo de fora), o mesmo OCS, o mesmo jornalista e, talvez, alguma falta de rigor. 
Desconheço como se chegou à decisão em causa e, por isso, não a discuto.
Quem andou cá dentro sabe, perfeitamente, que para lá dos fuzileiros especiais existem muitos meios humanos no CCF e EFZ sem essa preparação/ formação mais apertada. E que têm cursos de nadadores - salvadores.
Pessoalmente lamento muito que do parlamento, e desde há décadas, não haja muito mais escrutínio sobre as acções dos diferentes governos. Se houvesse, a sério, talvez não estivéssemos como estamos.
Mas também lamento, e muito, e acontece há anos, sempre que as coisas passam do escrutínio imperioso num estado de direito para a palhaçada só para encher agendas ou dar alento a eventuais ressabiamentos.
Mas é o que vamos tendo. 
Vindo de alguns nada me espanta. 
Vindo de alguns outros, tenho sinceramente muita pena que assim se prossiga. Será que neste caso que o PCP questiona, a coisa tem pernas para andar?
Não posso deixar de confessar no entanto, que me parece estar a haver agora menos virulência acerca do mesmo assunto de base, comparativamente com situações até Novembro passado.  
Mas posso estar a ter uma sensação errada, admito até que possa estar completamente errado, em tudo.

António Cabral
(Chapéus há muitos)

(retirado do DN), sublinhados meus)

..."O PCP quer saber como e porque é que há militares das Forças Armadas (FA) a "patrulhar as praias" durante a época balnear. Na base do requerimento comunista, enviado quinta-feira ao Ministério da Defesa, está o envio de fuzileiros da Marinha - com cursos de nadador-salvador - para as praias.
O PCP questiona se essas "são missões de colaboração com a autoridade competente ou de substituição" e, a seguir, pergunta "onde vão ser colocados os fuzileiros e quais os critérios para a sua utilização", bem como "quais vão ser, no plano concreto, as suas missões".
A decisão de colocar forças especiais nas praias foi tomada há um mês, após cinco mortes e no que foi qualificada como "situação de emergência". O porta-voz da Autoridade Marítima, comandante Coelho Dias, disse então ao DN que os fuzileiros "não [iam] substituir" os nadadores-salvadores mas "auxiliar os capitães dos portos" - as autoridades marítimas locais - nas ações de sensibilização dos cidadãos para os riscos de passearem junto à linha de água (mar adverso, ondas a rebentar na areia).
Segundo fontes ouvidas pelo DN, importa perceber porque é que as autoridades marítimas locais pediram logo apoio às FA quando há associações de bombeiros e de nadadores-salvadores, ou a Proteção Civil (entre outras estruturas civis), devidamente habilitados para desempenhar aquelas ações de salvamento e socorro.
Segundo a lei, "compete ao capitão do porto, no âmbito do salvamento e socorro marítimos, prestar o auxílio e socorro a náufragos e a embarcações, utilizando os recursos materiais da capitania ou requisitando-os a organismos públicos e particulares se tal for necessário".
As FA são uma estrutura pública que, em democracia e por regra, apenas são chamadas a apoiar as autoridades civis quando estas já não conseguem responder com os meios ao seu dispor. E esse apoio "por parte das FA" exigiria, à partida e segundo a lei, a declaração do estado de emergência no local.
Manuel Carlos Freire

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Sessão Evocativa da Pesca do Bacalhau na Assembleia da República (6 de Junho de 2017)



Nota: os interessados em assistir deverão contactar previamente o número de telefone ou o endereço de email indicados (atenção que o endereço de email correcto é 7cam@ar.parlamento.pt).

Em tempo: reportagem da Sessão Evocativa da Pesca do Bacalhau no site do Canal Parlamento:
http://www.canal.parlamento.pt/?cid=2040&title=sessao-evocativa-da-pesca-do-bacalhau