terça-feira, 31 de outubro de 2023

CTEN (Ref) Manuel Aníbal Coelho Rebelo Marques

 

É com muita tristeza que informamos que ontem, com 78 anos de idade, faleceu o Comandante Manuel Aníbal Coelho Rebelo Marques. Tinha ingressado na Escola Naval em Setembro de 1963 como cadete de Marinha do Curso “Corte Real”, tendo sido promovido a guarda-marinha em Janeiro de 1967. Durante o seu percurso escolar destacou-se como um excelente músico, tendo integrado o conjunto musical que então existia na Escola Naval. Especializou-se em Artilharia e realizou comissões de embarque nas fragatas “Álvares Cabral” e “Comandante Sacadura Cabral” em Moçambique. Foi promovido a capitão-tenente em Agosto de 1977 e, pouco depois, passou à Reserva, fixando-se na sua terra natal algarvia onde estudou e passou a dedicar-se à Biologia Marítima, no quadro da Universidade do Algarve.

“O navio… desarmado” expressa as suas condolências à Família do Comandante Rebelo Marques, bem como aos seus amigos e camaradas, sobretudo do Curso “Miguel Corte Real” a que pertenceu.

As cerimónias fúnebres decorreram esta tarde na Igreja de S. Luís em Faro.

domingo, 29 de outubro de 2023

Até Dá Vontade de Chorar, tal é a Emoção
Será que se vê ao espelho?

António Cabral
CULTURA
Um pouco por todo o país, houve/ há associativismo, colectividades, agremiações, imensa gente que sobretudo nas aldeias e vilas ao longo dos tempos de juntaram, com intuitos de cultura, recreio, lazer, divulgação do seu nome e origens.

De entre essas instituições de raiz mais popular sobressaem colectividades várias particularmente as que têm bandas filarmónicas, algumas com bastante renome.

Em Alcochete, uma vila muito típica e simpática, existe desde 1898 a "Sociedade Imparcial 15 de Janeiro".

Esta colectividade de cultura e recreio, promove designadamente o ensino da música, tem uma banda filarmónica, e tem contribuído ao longo dos anos para a projeção do concelho de Alcochete e divulgação do seu bom nome.

Esta banda filarmónica tem tido inúmeros sucessos em competições diversas, nacionais e internacionais, de que saliento o 1º lugar no concurso de bandas civis em tempos organizado pela EDP, troféus diversos para melhor banda taurina, uma medalha de prata da Federação das Colectividades de Cultura e Recreio, e diversos prémios em concursos em Espanha e Itália.

Uma curiosidade interessante, esta banda filarmónica tem desde 1998 a direcção do maestro António Francisco Rei Menino que, durante 34 anos foi um importante elemento da excelente Banda da Armada.

Tenham um bom Domingo, saúde.
António Cabral
Calm, ref
(marrevoltado.blogspot.pt)

sexta-feira, 27 de outubro de 2023

TOPONÍMIA
António Cabral
Calm, ref
(marrevoltado.blogspot.pt)

quarta-feira, 25 de outubro de 2023

Há pouco tempo escrevi este texto

COMPRA  de  CASAS  GRANÍTICAS

Sou alfacinha, nascido em Lisboa, como milhares de muitos da minha geração e das gerações próximas e, portanto, de S. Sebastião da Pedreira. Por razões que a maior parte dos de hoje não saberá.

Convivo com a Beira-Baixa desde 1969 e, muito particularmente, com os concelhos de Castelo Branco, Fundão, Penamacor e Idanha-a-Nova, sendo o ponto central a aldeia de Monsanto.

Conheço, portanto, um pouco mais que "poucochinho" (Costa Dixit) do mundo Beirão. 

Neste mundo, do que havia em 1969 pouco resta a não ser evidentemente o que não é fácil fazer desaparecer, designadamente penedos, muita pedra, montes, casario pouco degradado/ destruído. Casario onde está omnipresente o granito.

O jornal Expresso publicou recentemente um pequeno texto e fotografias sobre casas graníticas, e informou que há e haverá crescente procura para esse tipo de casas, e identificou até alguns preços de aquisição, variando entre 3 000,00 e 30 000,00 Euros! 

A dada altura do texto há uma relativa abordagem para os problemas concretos inerentes ao assunto. Nomeadamente a questão da reconstrução dessas casas graníticas.

O texto da notícia não aborda com detalhe concreto os diversos e diferentes problemas inerentes à reconstrução das casas graníticas. 

Do meu ponto de vista passa superficialmente sobre a real situação de todo o interior.

Sei bem do que estou a falar.

A compra de casas por exemplo no distrito de Castelo Branco.

Basta consultar os sítios das conhecidas imobiliárias com sede em Castelo Branco por exemplo para ficar com uma ideia de realidades. Realidades algo diferentes do noticiado.

Quase cada casa é um caso diferente. Seja dentro ou fora de uma quinta de 3 a 6 ou 8 hectares.

Há muitas casas em que as paredes exteriores estão bem preservadas, direitas e sólidas, não precisando de ser demolidas/ desmanchadas parcialmente para as "endireitar".

Hã muitas casas destelhadas, outras nem tanto, bastante menos com telhado e estrutura de madeira em boas condições. 

Há muitas casas em que se aproveitam apenas as paredes exteriores.

A reconstrução depende, naturalmente, do ponto de partida/ que tipo de casa/ estado de conservação, dos meios financeiros, do gosto do proprietário. 

Nos casos de casas em aldeias históricas, nos casos em que a lei vigente impõe controlo específico sobre a reconstrução, tudo se torna mais complicado. A burocracia surge em todo o seu português esplendor, o exercício de poderes funcionais acontece por vezes com um descaramento inacreditável, as licenças camarárias demoram por vezes imenso, etc.

Mas a reconstrução impõe que o proprietário arranje quem lhe faça o projecto de arquitectura, que lhe trate do processo junto da câmara municipal, que os projectos técnicos igualmente sejam aprovados, etc.

Mas decisivo, o projecto de arquitectura tem de ser apreciado por quem se encarregará da reconstrução. Alguém que apresentará a proposta de orçamento. A prudência aconselha obter mais de uma proposta.

E logo aqui podem começar os problemas. E começam. Exemplos que bem conheço no distrito de Castelo Branco, há muito poucos que têm capacidade/ estrutura para trabalho sério, começado e terminado dentro dos prazos acordados. Executado com qualidade.

E, descendo a coisas ainda mais concretas e que conheço bem, em casas graníticas e variando de caso para caso, um aspecto crucial tem a ver com os operários que trabalham em pedra. E há muito poucos nos concelhos de Idanha-a-Nova, Castelo Branco, Penamacor. Conheço alguns, designadamente da aldeia de Escalos de Cima, que para mim já trabalharam, três deles de elevadíssima qualidade técnica, Têm um problema, atingirão nos próximos meses a idade da reforma. Substitutos? Não foram ainda encontrados.

Este problema supra explicado é idêntico quando se pensa em canalizadores, electricistas etc.

Casas graníticas? Sim, há casos e casos, tal como quintas de 2, 3, 4, 5, ou um pouco mais de hectares. Há diferenças entre Trás-os-Montes e Beiras por exemplo. A ideia que tenho e baseada em vários casos concretos dos últimos 20 anos particularmente na Beira-Baixa, é de que está cada vez mais difícil adquirir e depois reconstruir. De Outubro de 1991 até ao presente há diferenças abissais, repito abissais, preços, empresas, operários, câmaras municipais, legislação, etc.

Fico por aqui. Não vou abordar a questão da crescente especulação, de estrangeiros (endinheirados, que conheço, e outros a roçar os pés descalços e andam pelo interior de certos concelhos) e de nacionais, nem de questões (algumas inacreditáveis) inerentes aos processos administrativos e às câmaras municipais e inerentes também à estrutura actual e legislação relativas a aldeias históricas.

Mas possuir uma boa casa granítica, bem reconstruída, respeitando a região mas com o conforto contemporâneo é, de facto, uma maravilha, porventura um luxo. Está-se muito bem na aldeia!

AC

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VOLTO AO ASSUNTO, depois de ler o Expresso de 6ª Feira passada falar de - Trocar a cidade pela aldeia e ficar a ganhar.(pags 18 e 19 caderno de Economia)

Um pouco diferentemente de artigo anterior que me levou às considerações supra, não falam expressamente em casas graníticas.

Apresentam 5 (cinco) casos, de quem passou da cidade para o interior.

E apresentam casos concretos de gastos em casa no interior.

Um dos casos que me chamou à atenção, é o de uma senhora que afirma ter investido 1,2 milhões € na compra de uma ruína! Depois, mais à frente, a mesma senhora confessa que o custo de vida é muito mais barato agora na sua "ruína"! Não está indicado quanto custou modernizar a dita ruína.

Num dos casos indicados, um meu concidadão toca numa das questões mais determinantes, afirma ele - o problema reside na falta de mão de obra na construção civil, não há operários, e quando conseguimos ajustar uma obra já marcam para 2025.

Outro caso dos cinco é o de um concidadão que se mudou para uma das aldeias que conheço muito bem, a Soalheira, aldeia pequena, de facto com boa ligação à A23 e ….. tem queijos óptimos.

Em síntese, e salvo melhor opinião, sim mudar para o interior é uma óptima ideia, o pior são as realidades.

Sim, é fácil o trabalho à distância, sim a vida é mais barata, sim em vários locais já existe fibra óptica e rapidez de acesso a auto-estradas, etc. Mas quem tiver filhos pequenos, quem ponderar seriamente as questões de apoio na saúde, a escolaridade, a construção civil, talvez encontre algumas pedras pelo caminho.

E sim, há sítios óptimos, mas duvido que 99,9% dos que pensam e gostariam de abandonar as cidades tenham no mínimo 100 000,00€ para reconstruções. E, de certeza que raros serão os que irão investir uns "cêntimos " em ruínas baratinhas como o indicado no Expresso.

Enfim, artigo para encher chouriços. Se calhar isto explica parcialmente a brutalidade da dívida que têm!

António Cabral
Calm, ref
(marrevoltado.blogspot.pt)

segunda-feira, 23 de outubro de 2023

NEGOCIAÇÕES, . . . . MUITOS  ESTUDOS. . . .
António Cabral
Calm, ref
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sexta-feira, 20 de outubro de 2023

quinta-feira, 19 de outubro de 2023

Na PROA de um BARCO
(meio barco, dentro de restaurante, sendo um enorme balcão)
António Cabral
Calm, ref
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sábado, 14 de outubro de 2023

53  ANOS
Foi esta tarde descansar, eternamente.
Tinha 53 anos, iria fazer 54 em Novembro (26/11/1969).

Sara de Jesus de Vidigal Almada Lobo, filha mais velha de vizinhos nossos, tinha o posto de Capitão-de-mar-e-guerra, no quadro de Técnicos Superiores Navais, chefiava o laboratório da Marinha.
A mágoa nunca é mensurável. 
Nunca se é novo demais para falecer, mas com esta idade faz muito mais impressão.

Os pais e as duas irmãs estão destroçados. 
Oxalá a curto prazo não ocorram mais tragédias, e refiro isto porque o pai tem andado bem até ao ataque cardíaco que vitimou a filha, mas é um homem de idade e que no passado foi submetido a duas operações ao coração.

Para lá de tudo o mais, hoje recordei o trágico falecimento do meu irmão mais novo, 27 de Agosto de 2009 que, como esta jovem Senhora, teve direito a honras fúnebres, militares. 

Estes momentos são, para mim, terríveis, e as salvas são algo que faz estremecer cá dentro. 
E faz-me estremecer, igualmente, a saudade e a dor.

Que descanse em paz.
António Cabral

SONDAGENS e os IDIOTAS ÚTEIS
Há umas semanas apareceram umas indicações jornalísticas acerca de putativos candidatos ás eleições presidenciais de 2026. 

Certamente o mais premente problema nacional!

E lá apareceram vários nomes que já antes vários ditos jornalistas e vários ditos comentadores apontavam como possíveis concorrentes à cadeira em Belém. Alguns desses candidatos vieram a público mansamente dizer - ai não, eu estou focado em . . . . 
Um dos nomes falados era de um militar que, segundo corre por aí, será muito bem visto por muitos portugueses.

Agora, há muito poucos dias, lá apareceram mais uma mão cheia de sondagens para entreter o pessoal. Sobre Marcelo, Costa, os partidos e claro . . . sobre putativos candidatos à corrida presidencial em 26.

Pelo que põem a correr por aí, o actual chefe da Marinha estará muito mais bem colocado aos olhos do povo para se sentar na cadeira em Belém.

Ora os políticos da nossa praça e muito em particular a esquerda e concretamente o PS, não apreciam nada disto.
Para as esquerdas, para lá de (e bem) - fascismo nunca mais - também têm uma postura deplorável - militares em cargos civis, militares como titulares de órgãos de soberania nem pensar, nunca mais!
Têm uma aparente reverência por Ramalho Eanes, e é suficiente!

Naturalmente, digo eu, vários idiotas úteis tratam rapidamente de fazer o trabalho encomendado. Tratam de ir demolindo quem não interessa a certos dirigentes partidários. Começaram e assim continuarão até 26.

Quando alguns se interrogam porque é que a esmagadora maioria dos órgãos de comunicação social escritos estão a ter tão escassas vendas, vários em crise, dívidas monstruosas verdadeiramente pornográficas, uma das explicações é bem capaz de ser a indigência com que certos textos são escritos, a indigência espalhada por muitas folhas. 
É bem capaz de ser também a habitual ausência de rigor e ausência de isenção.

A história recente tem mostrado que alguns sairam de onde estiveram anos, fundaram umas coisas e essas coisas são hoje a lástima que está à vista.
A lástima é tão enorme e tão degradante que escrevem verdadeiras barbaridades, verdadeiras peças nojentas, sem terem a dignidade deontológica de investigar quem tem responsabilidades num dado  tema sobre o qual se atrevem a garatujar.
Obviamente que é tudo para fazer os fretes a quem os subsidia encapotadamente.

A sociedade portuguesa está doente, opinião pessoal naturalmente, discutível, mas deve ser respeitada.
E está doente por tudo aquilo que vem acontecendo, que está à vista.
Mas doente também porque se continua a memorizar cidadãos com base em preconceitos retrógrados, inaceitáveis do meu ponto de vista.

No caso concreto da corrida presidencial a Belém em 2026, que imagino seja neste momento já uma enorme preocupação para 99,99% dos portugueses, e salvo melhor opinião, o período de campanha eleitoral mostrará quem tem méritos, quem aparenta ter melhores qualidades e características para o cargo, e nesse período e na votação, certamente os portugueses irão rejeitar os que considerem inaptos, os que considerem arrogantes, prepotentes, demagogos, o que seja.

A Constituição da República Portuguesa (CRP) é bem clara: são elegíveis os cidadãos eleitores, portugueses de origem, maiores de 35 anos (Art. 122º).

A CRP não define se só os olhos bonitos das cliques partidárias podem ser candidatos a Presidente da República. 
Se tem mais de 35 anos, se é português, pode candidatar-se. 
Pode ser, jornalista, o sr Tino de Rãs, porteiro, militar fora do activo, médico, advogado, jornaleiro, caixa de super mercado, enfermeiro, funcionário da EDP, canalizador, etc.
António Cabral (AC)

quinta-feira, 12 de outubro de 2023

PLENO DIREITO  e  BIOLOGIA
Joana Amaral Dias, na sua página de Facebook, escreve o texto que  transcrevo em baixo, e coloco-o aqui tendo em conta que é uma Mulher que o escreve, uma Mulher e não outra coisa qualquer! Colorido bold é da minha responsabilidade.

"Um homem ganhou o concurso de Miss Portugal. 
Um homem disfarçado de mulher, ou mascarado, ou operado. Mas um homem
Alguém que nasceu com os cromossomas XY e que, por mais estética que aplique, por mais cirurgias a que se submeta, morrerá XY
Nunca, mas nunca, será uma mulher, uma XX. 
Um homem pode ser transgénero, pode querer aparentar ser mulher (ou mulher homo, homem tri, o que for), estando - enquanto adulto - no seu pleno direito, mas jamais será mulher
Não existem transexuais pela simples razão de que só existem dois sexos biológicos, genéticos e imutáveis.

O que também é extraordinário e perigoso nesta eleição de Miss é que os transgénero que fizeram a ablação do pénis são uma ínfima percentagem da população (0,2% ou 0,3%) e já vencem imensos concursos de beleza no ocidente. 
Puxa! Os homens são mesmo bons! São campeões! 
Melhores do que as mulheres em tudo, no desporto, na beleza, em todas as áreas, incluindo na área de ser mulher! Fantástico!
Um homem decide parecer mulher e, pouco depois, já aparenta ser uma mulher mais magnética, deslumbrante e perfeita do que qualquer mulher XX, que nasceu mulher, tem experiência como mulher toda a sua vida. 

Os homens conseguem ser melhores mulheres do que as próprias mulheres. São mesmo vencedores! Palmas
Ah, e, considerando a propaganda e publicidade constante e imersiva, pesando a lavagem cerebral em curso (que chega a negar o facto científico de que só existem dois sexos), é bem provável que a tal minúscula percentagem fermente rápido. Mesmo que a disforia de género seja uma perturbação psicológica/psiquiátrica rara.

Mas será só na beleza? Claro que não. No desporto tiram o pénis, e já está! Ei-los a derrotar implacavelmente as mulheres na natação, no ciclismo, nos pesos. Espetacular. Aguardem para breve novos recordes olímpicos femininos portugueses. Qual Patrícia Mamona, qual Telma Monteiro, qual Vanessa Fernandes, qual quê. Fernanda Ribeiro? Rosa Mota? Já foste. Não tarda nada e as mulheres acabarão acantonadas nos becos sem saída das nossas sociedades, emparedadas, reduzidas a restos porque os homens usurparam o seu lugar. Ficarão remetidas ao papel de prenhas e parideiras. Barrigas de aluguer de borla. Nem para relações sexuais servirão. E isto enquanto não chegam os úteros artificiais, claro. Depois, nem isso. Serão apagadas, silenciadas, enfiadas em alguma cozinha, porão ou cave.

E não venham com tentativas de silenciamento e exclusão, insultando quem isto denuncia de homofóbico, transfóbico, intolerante, anacrónico. Se a invasão dos homens nas esferas das mulheres e se o esbulho dos nossos talentos, méritos ou dons não é machismo, patriarcado, opressão, então o que será?!

Não se trata de discurso de ódio
Aliás, há mais ridicularização das mulheres por homens que se fazem passar por nós, apresentado-se em modo caricatura e cravejados de maneirismos e meneios disformes, do que em qualquer problematização desta agenda. 
Aliás, é evidente que martelar esta ideologia serve sobretudo para dividir e reinar. 
Eis os orgulhosamente anti-mulher. Orgulhosamente Sós. Só eles. Os neófitos orgulhosamente sós. Ao pé disto, qualquer ficção de Margaret Atwood parece um históriazinha. Para meninas."
António Cabral 

segunda-feira, 9 de outubro de 2023

MAR MAIOR na RTP 1 hoje, 2ª feira, 9 de Outubro, às 22h53

                     A história e a cultura da pesca do bacalhau à linha e dos pescadores portugueses 

"Mar Maior" é uma jornada cinematográfica emocionante, que mergulha na história e na cultura da pesca à linha do bacalhau, destacando a dedicação e a coragem dos pescadores portugueses que enfrentavam os desafios de uma atividade extremamente dura e perigosa.

Um documentário que mergulha nas profundezas dos mares da Terra Nova e da Gronelândia retratando a fascinante tradição da pesca à linha do bacalhau, mantida pelos pescadores portugueses ao longo de cinco séculos de história, bem como as relações entre portugueses e canadianos e ainda a construção naval em madeira.

São revelados alguns dos segredos da pesca, plasmando a luta quotidiana dos pescadores enquanto embarcavam nos seus frágeis dóris, nas suas jornadas extremamente perigosas, em busca do cobiçado bacalhau, e a imponência dos famosos lugres bacalhoeiros concebidos por afamados mestres construtores navais portugueses.

Esta obra pretende ser um tributo não apenas à pesca à linha do bacalhau, mas também ao espírito de perseverança e resiliência dos pescadores portugueses, que enfrentavam tempestades e condições adversas, mantendo viva uma tradição secular.

Fonte: RTP 1

terça-feira, 3 de outubro de 2023

CULTURA, LITERATURA, VIAGENS, LAZER
A propósito deste livro que comprei recentemente, e por amável indicação de um bom amigo que há cerca de 10 ou 11 anos fez a que presumo extraordinária viagem pelo Sul da Índia, tomei conhecimento do "sítio" "Golden Chariot".
Por indicação desse meu amigo, fiquei a saber que na parte final da viagem (há vários itinerários) o comboio chega a Goa, e fiquei ainda a saber (e ele também desconhecia) que os portugueses estiveram bem para lá de Goa, disse-me ele, para o interior porventura entre os 200 e 250 quilómetros.
Se percebi bem, a viagem tem várias paragens e em cada paragem, de algum tempo, os passageiros saem do comboio e em autocarros visitam os arredores e pontos de interesse.
Tentador. Vamos ver.
António Cabral

segunda-feira, 2 de outubro de 2023

POR   AÍ
António Cabral

sábado, 30 de setembro de 2023

OLHAR PARA LISBOA, E NA MESA O QUE É DO MAR

AC

quinta-feira, 28 de setembro de 2023

NATUREZA

"De pedras julgava o viajante ter visto tudo.
Não o diga quem nunca veio a Monsanto"
. (José Saramago, Viagem a Portugal, pág 130)
AC


quarta-feira, 27 de setembro de 2023

ESTÁ  UM  BELO  DIA  DE  SOL
E caramba, o tempo voa, já estamos no meio da semana (dias úteis).
Boa semana. Saúde
AC

segunda-feira, 25 de setembro de 2023

MERECIDO
Se a manutenção da casa é feita Pro Bono (por mim. . . ), é merecido, certo?
azeitonas, cogumelos, pão, vinho, água
bacalhau com broa

vista durante o almoço
caminhar depois do almoço, para depois prosseguir as tarefas
AC

terça-feira, 19 de setembro de 2023

À  PESCA . . . .   teoricamente . . . .

Na realidade, está a preparar-se para aliviar a bexiga!

AC

quinta-feira, 14 de setembro de 2023

BOM  DIA
Madrugar!

Da janela do quarto às 0705 horas desta 5ª Feira.

Da janela, às 0735 horas.
Madrugar, pois há trabalho de manutenção na casa para acabar até à hora de almoço.
Tenham um bom dia. Fim de semana aproxima-se. Saúde.
António Cabral

quarta-feira, 13 de setembro de 2023

50

No Sábado, 9 de Setembro, passaram 50 anos sobre a reunião de oficiais subalternos do Exército português realizada em Alcáçovas, reunião que foi passo decisivo para a revolta militar ocorrida em 25 de Abril de 1974, revolta essa que veio a ter uma grande adesão popular, e que foi o início do processo que culminou na elaboração e aprovação da nossa Constituição, e na instauração e consolidação do regime em que, FELIZMENTE, vivemos e onde me sinto muito bem.
António Cabral
CAlm, ref
(marrevoltado.blogspot.pt)

domingo, 3 de setembro de 2023

GALOS

E há ainda o galo de ter que aturar certos figurões. É a vida.
António Cabral

quinta-feira, 31 de agosto de 2023

SERÁ  SÓ  FALTA  de  DINHEIRO ?

Viana do Castelo, edifício da Autoridade Marítima, ISN, Polícia Marítima.


A porta da direita está um bocadinho, só um bocadinho . . . como dizer, . . . .adiante!
António Cabral
Calm, ref
(marrevoltado.blogspot.pt)

segunda-feira, 28 de agosto de 2023

2ª Feira, Início de semana, final de tarde

António  Cabral