quarta-feira, 8 de novembro de 2023
quinta-feira, 2 de novembro de 2023
terça-feira, 31 de outubro de 2023
CTEN (Ref) Manuel Aníbal Coelho Rebelo Marques
É com muita tristeza que informamos que ontem, com 78 anos de idade, faleceu o Comandante Manuel Aníbal Coelho Rebelo Marques. Tinha ingressado na Escola Naval em Setembro de 1963 como cadete de Marinha do Curso “Corte Real”, tendo sido promovido a guarda-marinha em Janeiro de 1967. Durante o seu percurso escolar destacou-se como um excelente músico, tendo integrado o conjunto musical que então existia na Escola Naval. Especializou-se em Artilharia e realizou comissões de embarque nas fragatas “Álvares Cabral” e “Comandante Sacadura Cabral” em Moçambique. Foi promovido a capitão-tenente em Agosto de 1977 e, pouco depois, passou à Reserva, fixando-se na sua terra natal algarvia onde estudou e passou a dedicar-se à Biologia Marítima, no quadro da Universidade do Algarve.
“O navio… desarmado” expressa as suas condolências à Família do Comandante Rebelo Marques, bem como aos seus amigos e camaradas, sobretudo do Curso “Miguel Corte Real” a que pertenceu.
As cerimónias fúnebres decorreram esta tarde na Igreja de S. Luís em Faro.
domingo, 29 de outubro de 2023
Um pouco por todo o país, houve/ há associativismo, colectividades, agremiações, imensa gente que sobretudo nas aldeias e vilas ao longo dos tempos de juntaram, com intuitos de cultura, recreio, lazer, divulgação do seu nome e origens.
De entre essas instituições de raiz mais popular sobressaem colectividades várias particularmente as que têm bandas filarmónicas, algumas com bastante renome.
Em Alcochete, uma vila muito típica e simpática, existe desde 1898 a "Sociedade Imparcial 15 de Janeiro".
Esta colectividade de cultura e recreio, promove designadamente o ensino da música, tem uma banda filarmónica, e tem contribuído ao longo dos anos para a projeção do concelho de Alcochete e divulgação do seu bom nome.
Esta banda filarmónica tem tido inúmeros sucessos em competições diversas, nacionais e internacionais, de que saliento o 1º lugar no concurso de bandas civis em tempos organizado pela EDP, troféus diversos para melhor banda taurina, uma medalha de prata da Federação das Colectividades de Cultura e Recreio, e diversos prémios em concursos em Espanha e Itália.
Uma curiosidade interessante, esta banda filarmónica tem desde 1998 a direcção do maestro António Francisco Rei Menino que, durante 34 anos foi um importante elemento da excelente Banda da Armada.
Tenham um bom Domingo, saúde.
António Cabral
quarta-feira, 25 de outubro de 2023
Há pouco tempo escrevi este texto
COMPRA de CASAS GRANÍTICAS
Sou alfacinha, nascido em Lisboa, como milhares de muitos da minha geração e das gerações próximas e, portanto, de S. Sebastião da Pedreira. Por razões que a maior parte dos de hoje não saberá.
Convivo com a Beira-Baixa desde 1969 e, muito particularmente, com os concelhos de Castelo Branco, Fundão, Penamacor e Idanha-a-Nova, sendo o ponto central a aldeia de Monsanto.
Conheço, portanto, um pouco mais que "poucochinho" (Costa Dixit) do mundo Beirão.
Neste mundo, do que havia em 1969 pouco resta a não ser evidentemente o que não é fácil fazer desaparecer, designadamente penedos, muita pedra, montes, casario pouco degradado/ destruído. Casario onde está omnipresente o granito.
O jornal Expresso publicou recentemente um pequeno texto e fotografias sobre casas graníticas, e informou que há e haverá crescente procura para esse tipo de casas, e identificou até alguns preços de aquisição, variando entre 3 000,00 e 30 000,00 Euros!
A dada altura do texto há uma relativa abordagem para os problemas concretos inerentes ao assunto. Nomeadamente a questão da reconstrução dessas casas graníticas.
O texto da notícia não aborda com detalhe concreto os diversos e diferentes problemas inerentes à reconstrução das casas graníticas.
Do meu ponto de vista passa superficialmente sobre a real situação de todo o interior.
Sei bem do que estou a falar.
A compra de casas por exemplo no distrito de Castelo Branco.
Basta consultar os sítios das conhecidas imobiliárias com sede em Castelo Branco por exemplo para ficar com uma ideia de realidades. Realidades algo diferentes do noticiado.
Quase cada casa é um caso diferente. Seja dentro ou fora de uma quinta de 3 a 6 ou 8 hectares.
Há muitas casas em que as paredes exteriores estão bem preservadas, direitas e sólidas, não precisando de ser demolidas/ desmanchadas parcialmente para as "endireitar".
Hã muitas casas destelhadas, outras nem tanto, bastante menos com telhado e estrutura de madeira em boas condições.
Há muitas casas em que se aproveitam apenas as paredes exteriores.
A reconstrução depende, naturalmente, do ponto de partida/ que tipo de casa/ estado de conservação, dos meios financeiros, do gosto do proprietário.
Nos casos de casas em aldeias históricas, nos casos em que a lei vigente impõe controlo específico sobre a reconstrução, tudo se torna mais complicado. A burocracia surge em todo o seu português esplendor, o exercício de poderes funcionais acontece por vezes com um descaramento inacreditável, as licenças camarárias demoram por vezes imenso, etc.
Mas a reconstrução impõe que o proprietário arranje quem lhe faça o projecto de arquitectura, que lhe trate do processo junto da câmara municipal, que os projectos técnicos igualmente sejam aprovados, etc.
Mas decisivo, o projecto de arquitectura tem de ser apreciado por quem se encarregará da reconstrução. Alguém que apresentará a proposta de orçamento. A prudência aconselha obter mais de uma proposta.
E logo aqui podem começar os problemas. E começam. Exemplos que bem conheço no distrito de Castelo Branco, há muito poucos que têm capacidade/ estrutura para trabalho sério, começado e terminado dentro dos prazos acordados. Executado com qualidade.
E, descendo a coisas ainda mais concretas e que conheço bem, em casas graníticas e variando de caso para caso, um aspecto crucial tem a ver com os operários que trabalham em pedra. E há muito poucos nos concelhos de Idanha-a-Nova, Castelo Branco, Penamacor. Conheço alguns, designadamente da aldeia de Escalos de Cima, que para mim já trabalharam, três deles de elevadíssima qualidade técnica, Têm um problema, atingirão nos próximos meses a idade da reforma. Substitutos? Não foram ainda encontrados.
Este problema supra explicado é idêntico quando se pensa em canalizadores, electricistas etc.
Casas graníticas? Sim, há casos e casos, tal como quintas de 2, 3, 4, 5, ou um pouco mais de hectares. Há diferenças entre Trás-os-Montes e Beiras por exemplo. A ideia que tenho e baseada em vários casos concretos dos últimos 20 anos particularmente na Beira-Baixa, é de que está cada vez mais difícil adquirir e depois reconstruir. De Outubro de 1991 até ao presente há diferenças abissais, repito abissais, preços, empresas, operários, câmaras municipais, legislação, etc.
Fico por aqui. Não vou abordar a questão da crescente especulação, de estrangeiros (endinheirados, que conheço, e outros a roçar os pés descalços e andam pelo interior de certos concelhos) e de nacionais, nem de questões (algumas inacreditáveis) inerentes aos processos administrativos e às câmaras municipais e inerentes também à estrutura actual e legislação relativas a aldeias históricas.
Mas possuir uma boa casa granítica, bem reconstruída, respeitando a região mas com o conforto contemporâneo é, de facto, uma maravilha, porventura um luxo. Está-se muito bem na aldeia!
AC
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VOLTO AO ASSUNTO, depois de ler o Expresso de 6ª Feira passada falar de - Trocar a cidade pela aldeia e ficar a ganhar.(pags 18 e 19 caderno de Economia)
Um pouco diferentemente de artigo anterior que me levou às considerações supra, não falam expressamente em casas graníticas.
Apresentam 5 (cinco) casos, de quem passou da cidade para o interior.
E apresentam casos concretos de gastos em casa no interior.
Um dos casos que me chamou à atenção, é o de uma senhora que afirma ter investido 1,2 milhões € na compra de uma ruína! Depois, mais à frente, a mesma senhora confessa que o custo de vida é muito mais barato agora na sua "ruína"! Não está indicado quanto custou modernizar a dita ruína.
Num dos casos indicados, um meu concidadão toca numa das questões mais determinantes, afirma ele - o problema reside na falta de mão de obra na construção civil, não há operários, e quando conseguimos ajustar uma obra já marcam para 2025.
Outro caso dos cinco é o de um concidadão que se mudou para uma das aldeias que conheço muito bem, a Soalheira, aldeia pequena, de facto com boa ligação à A23 e ….. tem queijos óptimos.
Em síntese, e salvo melhor opinião, sim mudar para o interior é uma óptima ideia, o pior são as realidades.
Sim, é fácil o trabalho à distância, sim a vida é mais barata, sim em vários locais já existe fibra óptica e rapidez de acesso a auto-estradas, etc. Mas quem tiver filhos pequenos, quem ponderar seriamente as questões de apoio na saúde, a escolaridade, a construção civil, talvez encontre algumas pedras pelo caminho.
E sim, há sítios óptimos, mas duvido que 99,9% dos que pensam e gostariam de abandonar as cidades tenham no mínimo 100 000,00€ para reconstruções. E, de certeza que raros serão os que irão investir uns "cêntimos " em ruínas baratinhas como o indicado no Expresso.
Enfim, artigo para encher chouriços. Se calhar isto explica parcialmente a brutalidade da dívida que têm!
Calm, ref
(marrevoltado.blogspot.pt)
segunda-feira, 23 de outubro de 2023
sexta-feira, 20 de outubro de 2023
sábado, 14 de outubro de 2023
SONDAGENS e os IDIOTAS ÚTEIS
Há umas semanas apareceram umas indicações jornalísticas acerca de putativos candidatos ás eleições presidenciais de 2026.
quinta-feira, 12 de outubro de 2023
"Um homem ganhou o concurso de Miss Portugal.
Um homem decide parecer mulher e, pouco depois, já aparenta ser uma mulher mais magnética, deslumbrante e perfeita do que qualquer mulher XX, que nasceu mulher, tem experiência como mulher toda a sua vida.
segunda-feira, 9 de outubro de 2023
MAR MAIOR na RTP 1 hoje, 2ª feira, 9 de Outubro, às 22h53
A história e a cultura da pesca do bacalhau à linha e dos pescadores portugueses
"Mar Maior" é uma jornada cinematográfica
emocionante, que mergulha na história e na cultura da pesca à linha do
bacalhau, destacando a dedicação e a coragem dos pescadores portugueses que
enfrentavam os desafios de uma atividade extremamente dura e perigosa.
Um documentário que mergulha nas profundezas dos mares da Terra
Nova e da Gronelândia retratando a fascinante tradição da pesca à linha do
bacalhau, mantida pelos pescadores portugueses ao longo de cinco séculos de
história, bem como as relações entre portugueses e canadianos e ainda a
construção naval em madeira.
São revelados alguns dos segredos da pesca, plasmando a luta
quotidiana dos pescadores enquanto embarcavam nos seus frágeis dóris, nas suas
jornadas extremamente perigosas, em busca do cobiçado bacalhau, e a imponência
dos famosos lugres bacalhoeiros concebidos por afamados mestres construtores
navais portugueses.
Esta obra pretende ser um tributo não apenas à pesca à linha
do bacalhau, mas também ao espírito de perseverança e resiliência dos
pescadores portugueses, que enfrentavam tempestades e condições adversas,
mantendo viva uma tradição secular.
Fonte: RTP 1
terça-feira, 3 de outubro de 2023
A propósito deste livro que comprei recentemente, e por amável indicação de um bom amigo que há cerca de 10 ou 11 anos fez a que presumo extraordinária viagem pelo Sul da Índia, tomei conhecimento do "sítio" "Golden Chariot".
segunda-feira, 2 de outubro de 2023
quinta-feira, 28 de setembro de 2023
NATUREZA
Não o diga quem nunca veio a Monsanto". (José Saramago, Viagem a Portugal, pág 130)
AC
segunda-feira, 25 de setembro de 2023
quinta-feira, 14 de setembro de 2023
BOM DIA
Madrugar!
Da janela do quarto às 0705 horas desta 5ª Feira.
Da janela, às 0735 horas.
Madrugar, pois há trabalho de manutenção na casa para acabar até à hora de almoço.
Tenham um bom dia. Fim de semana aproxima-se. Saúde.
António Cabral
quarta-feira, 13 de setembro de 2023
No Sábado, 9 de Setembro, passaram 50 anos sobre a reunião de oficiais subalternos do Exército português realizada em Alcáçovas, reunião que foi passo decisivo para a revolta militar ocorrida em 25 de Abril de 1974, revolta essa que veio a ter uma grande adesão popular, e que foi o início do processo que culminou na elaboração e aprovação da nossa Constituição, e na instauração e consolidação do regime em que, FELIZMENTE, vivemos e onde me sinto muito bem.
António Cabral
CAlm, ref
(marrevoltado.blogspot.pt)