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quarta-feira, 1 de abril de 2015

Marinha sem orçamento e pessoal para operar Siroco e manter cinco fragatas


"O chefe do Estado-Maior da Marinha mostrou esta terça-feira que a compra do navio polivalente logístico francês Siroco será impossível sem abdicar de algumas das atuais unidades navais."

Para lerem o artigo completo, aparecido ontem no DN, podem seguir esta ligação.

Nota: Para o DN (jornalista Manuel Carlos Freire) o CEMA passou a CEMM ... porque será?

sexta-feira, 27 de março de 2015

O Siroco

  O comunicado da Marinha não convence. Se é só para operações de catástrofe em território nacional, irá ficar parado por quanto tempo?
  Já não há Ultramar que o justifique. E se for para operações anfíbias em território estrangeiro é despesa incomportável em economia tão débil como a portuguesa.
  A sua utilidade na defesa de Portugal ou da navegação é praticamente nula.
  E necessitará de protecção de fragatas operacionais se as águas onde tiver de actuar forem hostis.
  Além disso, como os quadros de militares foram reduzidos, os que guarnecerem o Siroco têm de sair de algum lado.
  Há também que considerar que os encargos financeiros não são apenas de aquisição. E os de adaptação e conservação, em navio daquelas dimensões e complexidade serão vultuosos. Isto numa altura em que o dinheiro já está escasseando para a manutenção dos outros navios.

  A meu ver, será um “elefante branco”.

Esclarecimento sobre a eventual aquisição do NPL SIROCO


Directamente do Portal da Marinha se transcreve o seguinte comunicado:

"Na sequência de notícias vindas a público onde se questiona a posição dos Chefes Militares, nomeadamente a do Chefe do Estado-Maior da Armada, perante a eventual aquisição do Navio Siroco, a Marinha esclarece o seguinte:

26 MAR 2015, 18:00
​A decisão de adquirir o Navio Polivalente Logístico (NPL) Siroco foi discutida em Conselho de Chefes de Estado-Maior tendo reunido o consenso da Marinha, do Exército e da  Força Aérea. 
Deste modo, o General Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas propôs a S.Exa o Ministro da Defesa Nacional a adequabilidade e a oportunidade da aquisição deste navio. 
Este navio está a ser disponibilizado pela França, em 2ª mão, com 15 anos de operação, a um preço reduzido, face à aquisição de um novo, o que constitui uma oportunidade única no contexto internacional. 
Desde 2006 que a aquisição de um navio deste tipo estava prevista como uma necessidade premente de modo a colmatar uma lacuna detetada no Sistema de Forças. Infelizmente os custos de um navio novo impossibilitaram, até agora, a sua aquisição, num momento de fortes restrições financeiras. 
Também em 2006 foi prevista a necessidade de modernização das Fragatas da Marinha que constituem parte da Capacidade Oceânica de Superfície da componente naval,  no Sistema de Forças.
 A modernização das cinco fragatas foi planeada para ser implementada entre 2016 a 2022.
Face à enorme oportunidade da aquisição do NPL Siroco, foi considerado que a modernização das duas últimas fragatas, da classe Vasco da Gama, prevista decorrer entre 2018 a 2022, poderia vir a ser realizada noutros moldes, poupando dessa forma verbas que pudessem ser usadas para a aquisição do NPL Siroco. 
Estas duas últimas fragatas sofreriam uma modernização em moldes diferentes que permitissem a sua utilização em cenários de baixa e média intensidade sem comprometer os compromissos nacionais na NATO, mantendo-as totalmente operacionais. Aliás a Marinha está a preparar um documento, a ser submetido ao MDN, em que considera ser possível incluir nesta modernização a Indústria de Defesa Nacional com vantagens para o desenvolvimento deste sector e capacidade nacional, recorrendo a novos sensores e software portugueses. 
Também foi unanime, no Conselho de Chefes, que a configuração proposta para a Esquadra com a aquisição do NPL Siroco é mais equilibrada, mais polivalente e flexível, respondendo a um leque muito mais alargado de missões e contribuindo para uma valorização da Marinha no seio das nossas alianças militares. As Forças Armadas Portuguesas passam assim a ter uma capacidade que nunca antes tiveram que lhes conferirá uma mobilidade acrescida, autonomia e capacidade para atuar em terra, a partir do mar num raio alargado de Ação. 
Este Navio vem colmatar não só uma lacuna militar antiga, fortemente sentida na crise da evacuação de portugueses de áreas de instabilidade político-militar no fim da década de 90, como também garantir uma capacidade autónoma de intervenção, rápida e disponível no país, na proteção civil para os arquipélagos da Madeira e Açores em caso de catástrofes, ou calamidades públicas."

terça-feira, 3 de março de 2015

O Navio Polivalente Logístico ainda mexe?


Pelo menos notícias sobre o assunto vão aparecendo ... esta é de hoje e está no DN.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Navio polivalente logístico ... parece que ainda não vai ser desta!!!

Recebido do Calm António Cabral o seguinte texto:

Ao

"O Navio... desarmado"

"Navio polivalente logístico ... parece que ainda não vai ser desta!!!"

Salvo melhor opinião, o que se estará a passar quanto à LPM é, na essência, aquilo que genericamente sempre aconteceu ao longo dos anos. Quer o antes de se redigir o documento, quer o depois de escrito, quer durante audições perante deputados, quer as palhaçadas de quem está no 7º andar do edifício cor-de-rosa ao Restelo. E prevejo que pouco mudará no futuro. Sobretudo se os futuros inquilinos daquele 7º andar fizerem como um que, no passado, pouco parava no edifício, vá lá saber-se porquê.
Quanto ao comandante supremo das FA … adiante! Quanto aos chefes dos ramos, que agora são obviamente quatro (ou um?), entendem-se lindamente, nas conversas informais, nas recepções, sorriem junto do ministro das FA ou do comandante supremo, sorriem provavelmente menos nas esporádicas reuniões de CCEM. Como sempre tem sido, e apesar de nos últimos anos ter havido uma ligeira melhoria, persistem pensamentos retrógrados a vários níveis e a defesa de vistas curtas, então agora que, se calhar, alguns anseiam por conseguir enviar tropa (ou GNR como no passado?) para ajudar a aniquilar o ISIL, ou ajudar a estabilizar as fronteiras da Ucrânia (o Putin iria desfalecer!). Só falta mesmo voltar ao tempo (até 1991) em que uns pândegos afirmavam, sem se rir, não exactamente por estas palavras, mas era isto: "o que voa é meu, na água e em terra é dos outros”.
A fazer fé nos OCS, que em regra faço a 5% e portanto fica uma reserva, ficam-me dúvidas quanto ao que se estará a passar na Marinha. 
Tudo na vida pode e deve ser ponderado. Mas, olhando ao "Conceiro estratégico de defesa nacional (CEDN)" de que tanto se vangloria o ministro das FA, bastaria olhar por exemplo, quer aos "fundamentos da estratégia de segurança e defesa nacional" quer ao "1.4.4 Valorizar as missões de interesse público das FA" onde designadamente se refere o apoio ao SNPCivil e se enfatiza o princípio do duplo uso, quer ainda "à defesa integrada do território nacional" (1.4.6 CEDN), para talvez se poder concluir que um navio polivalente talvez fizesse de facto sentido num País como o nosso. Que, só por acaso, está rodeado de água por todos os lados menos na ligação a Espanha. É um azar, tem água com fartura!
Mas enfim, as guerrinhas de manjerona prosseguem e, como no passado, a actuação do ministro é sempre de molde a passar o ónus para as chefias militares. Que se põem a jeito?
Lamentável. Particularmente porque este ministro, na senda aliás de quase todos os anteriores e quase todos os políticos, não leu nem interiorizou as últimas frases do CEDN - "O conceito estratégico de defesa nacional só se torna nacional a partir do momento em que Portugal e os portugueses o assumam como seu". É por isso que Portugal está como está, quase ninguém interioriza os interesses nacionais, e quem devia decidir, disfarça sempre. Ou porque não sabia, ou porque não estava cá, ou porque não os deixaram trabalhar, etc.
António Cabral, cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Navio polivalente logístico


Uma velha aspiração da Marinha ... mas parece que ainda não vai ser desta!!!

Para ler a notícia completa, aparecida no "NOTÍCIAS AO MINUTO", podem seguir esta ligação.