sexta-feira, 30 de outubro de 2020
A Marinha em Missão no estrangeiro
quarta-feira, 28 de outubro de 2020
Hospital das Forças Armadas
Recebido do Cte Santos Lourenço o seguinte comentário, o que agradecemos:
sexta-feira, 23 de outubro de 2020
O QUE ESTÁ DIFERENTE, HOJE ?
Olhe-se a este texto que recupero dos meus arquivos, e onde sublinho várias partes. Lembrei-me disto depois de ouvir inanidades.
Forças Armadas São Ou Não Prioridade?
O presidente social-democrata, Durão Barroso, e o deputado Carlos Encarnação, ministro-sombra do PSD para a Defesa, receberam ontem no Hotel Tivoli, em Lisboa, o general Loureiro dos Santos, assim como Joaquim Aguiar, antigo assessor presidencial, e ainda o ex-ministro da Defesa Figueiredo Lopes, para falar sobre "Política de Defesa Nacional". A assistir estava uma constelação de "estrelas" das Forças Armadas (FA) a quem muitas das coisas que ali foram ditas não deve ter agradado.
O que marcou o debate foi uma intervenção de Joaquim Aguiar, colunista do "Expresso" e ex-assessor dos Presidentes Ramalho Eanes e Mário Soares. Perante uma plateia de altas patentes, como os generais Espírito Santo, Loureiro dos Santos, Almeida Bruno ou Tomé Pinto, Aguiar fez questão de dizer claramente que havia prioridades mais importantes do que as FA em Portugal: "Estou completamente à vontade para vos dizer coisas extremamente graves.". E explicou o seu à vontade: "Não sou militar, não sou político."
Durante uma hora, Aguiar deu uma lição de economia aos nervosamente irrequietos militares presentes (e aos poucos deputados que assistiam), explicando que, para haver modernização, era necessário que Portugal fosse capaz de "dominar ciclos de evolução económica como condição para produzir capacidades efectivas militares". Como isso não acontecia, e ainda por cima os aparelhos estatais caminhavam para a falência, era uma precipitação falar-se em reestruturação militar.
Só depois Aguiar apontou baterias contra os políticos. Segundo o comentador, os partidos sabem muito bem que o "wellfare state" (expressão inglesa para Estado-Providência) tinha os dias contados. Mas, mesmo assim nada faziam para alterar o actual situação: "Todos os partidos prometem mais do mesmo, mas o mais do mesmo já não existe." O ambiente ficou pesado quando afirmou: "O dr. Durão Barroso sabe disto mas não faz nada."
Era por isso mesmo que as coisas não funcionavam em Portugal. "Não eram feitas para funcionar" porque os políticos queriam que tudo ficasse na mesma. Daí que o comentador acabasse por concordar com o general Loureiro dos Santos, ao caracterizar o "Conceito Estratégico de Defesa Nacional" como "mudo" e "inútil". Porque, concluiu, "só serve para disfarçar"
segunda-feira, 19 de outubro de 2020
domingo, 18 de outubro de 2020
terça-feira, 13 de outubro de 2020
(fotografia do expresso)
Do que acabo de ler no Expresso online, na proposta de OE (Orçamento do Estado) para 2021, o Ministério da Defesa Nacional (MDN) perde 23 milhões de euros em relação ao valor inicial que tinha inscrito no OE para 2020. Poesia linda!
segunda-feira, 12 de outubro de 2020
Acabou-se a poesia
A opinião de Carlos Branco (Major-General) está bem expressa no artigo publicado n'O Jornal Económico do passado dia 08Out:
"O sindicalismo militar está devidamente consolidado, e nem sequer é questionado, em democracias avançadas, a que Portugal se encontra a uma grande distância".
Caso estejam interessados podem ler o artigo completo seguindo esta ligação.
segunda-feira, 5 de outubro de 2020
sábado, 3 de outubro de 2020
A DIRECTIVA,
a ATRAPALHAÇÃO, o SURURU em CRESCENDO,
o seu CANCELAMENTO
Do alto do edifício rosa pardo ao Restelo, saiu há semanas mais uma “brilhante” obra, sobre obviamente o assunto mais premente no seio da instituição militar.
O DN tem largamente difundido notícias sobre este inenarrável tema; eu e outros decidimos gastar algum tempo com isto.
Em síntese, pariram um aborto a que chamaram directiva, depois, tentaram emendar a mão solicitando às tropas (estou a usar este termo pois é caro a certos personagens....) contributos para melhorar o tal papel a que passaram a chamar "documento de trabalho".
A seguir, o sr Cravinho Jr, afirmou publicamente que não atribuía relevância especial ao documento.
Finalmente, o sr Cravinho Jr, pela sua pena, supõe-se, decidiu cancelar a coisa dando a entender que não tinha tido nada a ver com aquilo. Coisa costumeira neste tipo de políticos.
Mas, chatice, basta ler a tal directiva para se perceber que, como eles gostam sempre de fazer, nos querem fazer de tolos.
Na directiva, aceleradamente transformada em documento de trabalho está lá escrito bem clarinho - está prevista uma medida “Desenvolvimento e implementação de uma estratégia de comunicação no MDN que promova a IMH e a não discriminação”, tendo sido acometida à Secretaria-GeraL a responsabilidade pela “Produção de diretiva contendo orientação sobre a utilização de linguagem não discriminatória e enviada aos serviços centrais, EMGFA e Ramos”.
Se foi cometida à Secretaria - Geral do MDN, foi cometida por alguém, não? Eu não fui!!!!
Que cada um, se quiser, pondere sobre o lindo futuro que nos espera com gente desta.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(marrevoltado.blogspot.pt)
sexta-feira, 2 de outubro de 2020
Falecimento do CMG (R) João P. Basto Ribeiro Ferreira
quinta-feira, 1 de outubro de 2020
Fardamento
Casaco - Casaca
Casaco de Luxo - Casaca de Luxo
Calços - Calças
Peúgos - peúgas
Cuecos - Cuecas
Botos - Botas
Sapatos - Sapatas
Boné - Bonéa
Boino - Boina
Lenço - Lença
Armamento e diversos
Balo - Bala
Munição - Muniçoa
Espingardo - Espingarda
Metralhadoro - Metralhadora
Missil - Missila
Granado - Granada
Explosivo - Explosiva
Paiol - Paiola
Armazém - Armazema
Avião - Avioa
Helicóptero - Helicóptera
Navio - Navia
Oficial - Oficiala
Camarato - Camarata
Medalhos - Medalhas
Louvor - Louvora
Coordenador - Coordenadora (mas utilizar de preferência - a coordenação)
António Cabral