Tendo ingressado na Escola Naval em 1960, no Curso “Luís de Camões”, imediatamente após ser promovido a guarda-marinha especializou-se em Fuzileiro, tendo feito uma comissão em Angola, integrado num Destacamento de Fuzileiros Especiais.
Seguiu-se depois, já especializado em Electrotecnia, uma comissão a bordo de uma fragata em Moçambique, comissão à qual se seguiu outra no Comando da Defesa Marítima da Guiné, que terminaria com a independência do território. Em 1975 integrou o IV e V Governos Provisórios como Subsecretário de Estado do Comércio Interno. Capitão-tenente, foi o primeiro comandante da corveta Oliveira e Carmo, um dos dois últimos navios portugueses que, já em 1976, afirmaram a soberania portuguesa nas águas de Timor. Terminou a sua carreira naval como capitão do Porto de Aveiro tendo, em 1998, passado à reforma.
O féretro sairá amanhã, terça-feira, da capela de S.Tomé, na Pocariça, Cantanhede, para o cemitério da Figueira da Foz, onde chegará pela 1400.
"O Navio... desarmado" apresenta sinceras condolências à Família enlutada e em particular a sua mulher Fernanda, aos seus filhos e ao seu irmão, o nosso camarada CMG EMQ REF Luís Guilherme Ivens Brandão.
O meu sentimento de pesar pelo falecimento do Luís Pessoa Brandão, pessoa e oficial com quem apesar de ter convivido pouco, se me mostrou sempre de trato fácil e agradável e de uma integridade e verticalidade exemplares.
ResponderEliminarA sua Família, as minhas condolências.
D.E.P.
É com emoção que presto homenagem ao camarada e amigo com quem convivi nos últimos tempos da Guiné colonial.
ResponderEliminarExpresso os meus sentimentos de pesar à família e ao nosso camarada Eng. Brandão.