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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

GOSTAVA DE COMPREENDER
No passado, as associações de militares formaram-se num processo "Guterriano" certamente muito discutível.
Se bem estou recordado, as direcções dessas associações foram recebidas pelo então PM Guterres e pelo então PR/ comandante Supremo das FA Jorge Sampaio, sem nunca terem sido, PRIMEIRO, recebidas pelas chefias militares. Coisas do passado, mas que não deixam de ser interessantes ter sempre presente porque podem contribuir para explicar certas coisas e certos comportamentos, desses políticos e de certas chefias militares de então.
Vem isto a propósito da celebração da AOFA (associação dos oficiais das forças armadas) ocorrida no passado dia 18 de Novembro, onde não participei. 
Sou sócio da AOFA, mas só aderi anos depois da sua constituição. AOFA que tem tido intervenções com que me identifico muito, mas muitas, também, que são piores que tiros nos pés.
Vejo noticiado que se fizeram representar nessa cerimónia, entre outros, o MDN, grupos parlamentares do PS, PCP e Verdes, EMGFA, EMA, EME, EMFA, Liga dos Combatentes, IASFA, restantes associações profissionais de militares, organizações representativas da GNR e da PSP, associação dos Pupilos do Exército, associação das antigas alunas de Odivelas, etc.
Naturalmente que cada um é livre de participar  no que quer, no que entende adequado. Eu faço o mesmo.
Mas, a nível institucional, porque carga de água os restantes partidos se colocam à margem, deixando para a esquerda e extrema esquerda as associações como a AOFA?
Não percebo. Alguém me pode explicar?

António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

Actualização: relativamente ao texto supra, coloquei agora a bold azul o que vinha num comunicado da AOFA, mas já pude confirmar que o ministro da tutela e os quatro chefes militares se fizeram representar e não os seus estados-maiores.
Lembraria que a AOFA se constituiu em 1992 mas só em 2001 foi aprovada na AR legislação relativa ao associativismo militar, salvo erro por unanimidade.