sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

CMG (Ref.) João Carlos Shearman de Macedo Alvarenga

Faleceu o capitão de mar-e-guerra João Carlos Shearman de Macedo Alvarenga. Tinha 85 anos de idade e era natural da freguesia de São João Baptista, no concelho de Tomar, onde nasceu no dia 10 de Maio de 1929. Residia desde há pouco tempo na cidade de Pombal.
Depois de ter frequentado o Colégio Militar, alistou-se na Escola Naval em Novembro de 1950. Após a conclusão do seu curso embarcou no N. E. Sagres, foi Ajudante de Ordens do Ministro da Marinha, cumpriu uma comissão de serviço em Moçambique e foi Capitão do Porto de Aveiro. Comandou o navio-patrulha Santiago e a fragata Comandante João Belo. Em Setembro de 1974 passou à situação de Reserva, na sequência da situação político-militar que a Marinha e o país atravessaram. Em 1994 passou à situação de reforma.
Depois de deixar a Marinha desempenhou diversos cargos, designadamente o de vice-presidente da Delegação de Lisboa da Cruz Vermelha Portuguesa.
Era um grande coleccionador de discos, um entusiasta pela fotografia e um apaixonado e erudito aficionado.
À sua Família, em especial a seus filhos Miguel, Nuno e Mafalda Sofia, o Navio... desarmado apresenta as suas condolências.
Segundo informações que recebemos, o seu funeral realiza-se no sábado de manhã, dia 31 de Janeiro, em Sabacheira – Tomar.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

A propósito da reforma de que o MDN se vangloria. Alienação de infra-estruturas.

Recebido (correio electrónico) do CALM António Cabral o seguinte texto, com solicitação de publicação:

"Ao
"O Navio… desarmado"

A propósito da reforma de que o MDN se vangloria. Alienação de infra-estruturas.

Camaradas de armas, dos 3 ramos, têm criticado ao longo dos tempos uma boa parte daquilo que, pelo menos desde 1990, os sucessivos MDN apresentaram como reformas das FA. Não as comento. A meu ver muitas das decisões ministeriais dificilmente se podem encaixar na palavra reformas, pois reformas não são, para mim, apenas poupanças nos custos, alienações de imóveis, cortes cegos, definições de meios sem ter em conta a posição geográfica de Portugal. Adiante.
Nos meus zappings pelos OCS nacionais via NET, reparei no Jornal de Notícias de 27 deste mês, na notícia relatando que o Governo vai vender 60 imóveis militares. Artigo que, como seria de esperar, é dado à estampa pelo jornalista Carlos Varela.
Para não variar, este é mais um artigo que parece ser outro frete ao actual MDN. Como no passado foi acontecendo, quase sempre, com este e outros jornalistas. A história à volta dos jornalistas “acreditados junto do MDN”.
Todos nós devemos ser avaliados pelas acções e não pelo que parece ou é anunciado, ou porque simpatizam ou não connosco.
Refiro isto para salientar que me desgosta a superficialidade (propositada?) da generalidade dos artigos sobre reformas de FA, parecendo-me que este não foge à regra.
Quero salientar que, quando se escreve - "Vai Vender” - seria a meu ver intelectualmente mais honesto escrever - “o governo tenciona vender” - frase que devia ter logo colada outra frase - “naturalmente que a concretização desta intenção governamental muito dependerá do contexto económico e de investimento verificados”.
É que, creio, é um pouco diferente espalhar mais adiante pelo texto a questão económica, depois das loas e intenções do MDN. Marketing.
Porque o que fica, ou melhor, parece-me legítimo poder concluir, que se está a fazer de facto mais um frete ao locatário do 7º piso do edificio cor-de-rosa ao Restelo.
Um incauto civil poderá dizer - "ora aqui está um ministro reformador, que vai acabar com a pouca vergonha nas FA, vender dezenas de quartéis inúteis, pôr ordem nas FA”.
Mas, na minha opinião, se muitas infra-estruturas, muitos imóveis, há muitos anos que deviam ter saído da esfera do MDN, a realidade é que apesar das loas do senhor dr. Paulo Portas e do PM parece-me difícil que o mercado venha a satisfazer as projeções do MDN. Intenções, marketing carunchoso.
Além do mais, fica a questão das avaliações do que existe, uma nebulosa de há anos a que os senhores jornalistas acreditados nunca se dedicam. Pudera.
Acresce que, quando no artigo o jornalista refere que esta LPM é muito diferente das anteriores no que respeita à alienação de imóveis, diz ele, que antes, o fruto disso foi para o fundo de pensões o qual este governo extinguiu. Fica, assim, na essência, mais uma superficialidade e uma loa ao MDN e sua secretária de Estado.
Porque o senhor jornalista, claro que não lhe interessa, podia ao menos por uma vez procurar aprofundar o tema alienações versus fundo de pensões, e dizer aos portugueses, desde 1990, quais os imóveis e infra-estruturas das FA que foram alienados, vendidos, e os valores obtidos por cada um, e quanto desses montantes foram para o fundo de pensões (por ano civil), e quantos milhões ficaram directamente no Ministério das Finanças.
Enunciado como está no artigo, não passa de uma coisa feia. 
O senhor jornalista até me podia perguntar, porque não faz o senhor almirante essa averiguação? Simples, porque não tenho os elementos, que deveriam estar no MDN e no EMGFA, e que em cada ramo deviam igualmente saber quando foram alienados, e tinham a obrigação de ter obtido os valores oficiais da venda, e que partes anualmente foram para o fundo de pensões,  e o que ficou no MF. Ao longo dos anos tudo isso devia ter sido escalpelizado em CCEM, porque designadamente se tratava de um assunto delicado a mexer com o pessoal.
Ah, dirão alguns, mas isso é classificado, não pode vir a público, não pode ser. Pois eu direi, aposto que não existe para poder ser publicamente consultada, a discriminação exaustiva, por ano civil, do que foi de facto realizado com as alienações desde 1990. Direi que é uma vergonha as sucessivas chefias militares sempre terem pactuado com as pouca vergonhas ministeriais, no que a este assunto se refere. Fundo de pensões? O pessoal? Logo se vê.
Será que estou totalmente equivocado?
António Cabral, cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)"

domingo, 25 de janeiro de 2015

... nestas paragens "Cacilheiras"

Imagens cedidas pelo CALM António Cabral ("Estou enganado, ou havia a intenção de ali constituir um polo museológico com os dois navios?"):



quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Windows 10

Neste link poderão ver a apresentação do Windows 10 pela Microsoft:
Assim partimos para o evento de apresentação oficial do Windows 10. Que novidades irá a Microsoft apresentar?

ADM

Mensagem que também enviei ao Provedor de Justiça e a todos os partidos com expressão parlamentar:
Aproxima-se mais outra machadada nas despesas com a sua saúde dos que dedicaram a sua vida ao bem comum em vez de exclusivamente a si próprios ou a servir os interesses individuais de alguns.
  Publicada hoje uma Resolução do Conselho de Ministros criando uma equipa para propor as alterações à legislação sobre ADSE, ADM e SAD. Prazo 60 dias a contar de amanhã.
  O objectivo deduz-se do preâmbulo da citada Resolução:
“... têm vindo a ser adotadas medidas tendentes ao seu autofinanciamento
...........................................................
Apesar dos avanços registados, é importante dar continuidade a este processo de reforma dos subsistemas de saúde.”
  Ou seja, no entender deste Governo, não interessa a Constituição. Nem interessa a especificidade dos militares das Forças Armadas e de Segurança, nem a dos civis que por todos velam (aliás até os mais causticados pela medidas apelidadas de “austeridade”).
  Para este Governo, foram estes eleitos para pagarem todas as despesas com a sua saúde e também, através dos seus impostos, as dos outros cidadãos!
  Há desrespeito pela Constituição e ainda, no que respeita aos militares, pela Lei de Bases da Condição Militar.
  Espero que entidades com poder para tal requeiram a inconstitucionalidade ao TC.
                                            António José de Matos Nunes da Silva
                                                           Oeiras

Nota: Para acederem à Resolução do Conselho de Ministros nº 5/2015 podem seguir esta ligação .

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Histórias que vêm do Mar - Exposição



Foi hoje inaugurada no Museu de Marinha – Sala D. Luís, a exposição “Histórias que vêm do Mar”, numa iniciativa conjunta de diversas entidades culturais e académicas açorianas, a que a Marinha se associou. 
A exposição aproxima-nos das metodologias de investigação usadas na arqueologia subaquática e de algumas realidades do património cultural subaquático açoriano, sobretudo a partir da identificação de sítios de interesse arqueológico e da apresentação de objectos provenientes de naufrágios que foram recolhidos nos mares dos Açores. Além disso, a exposição revela que a história da expansão marítima que tem sido feita a partir das fontes escritas, cartográficas e iconográficas, pode receber valiosos contributos da arqueologia subaquática, enquanto actividade científica, como esta exposição demonstra.
A exposição que hoje foi inaugurada no Museu de Marinha estará patente até ao dia 31 de Março de 2015.

sábado, 17 de janeiro de 2015

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

AR

Estão na AR as propostas de Lei do Governo quanto Programação e Infraestruturas Militares.

Proposta de Lei n.º 269/XII

Proposta de Lei n.º 270/XII

Um extracto da Programação, no que interessa à Marinha:

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

AH ... OS PATETAS QUE NOS RODEIAM

Recebido (correio electrónico) do CALM António Cabral o seguinte texto, com solicitação de publicação:

"AH ... OS PATETAS QUE NOS RODEIAM
Tenho poucas certezas na vida, muito poucas. Uma, é inquestionável: todos morremos. Quando, de quê, muito velhinhos, repentinamente, etc, isso é outra coisa. Mas todos morremos.
Outra certeza, para mim, mas admito que seja discutível, é que em todos os países através dos séculos, todos tiveram /têm / e terão sempre um conjunto de cidadãos que são uns verdadeiros patetas, para não gastar adjectivação que melhor se lhes aplica.
Em Portugal, como se continua a ver em todos os sectores, os patetas, desde os que nos continuam a desgovernar a todos os outros nas mais diferentes áreas da coisa pública abundam, e fico até com a sensação que são mais do que já foram. Então se lhes juntar os que se perfilam para as substituições que se verificarão até 2016 creio que, proporcionalmente, Portugal estará imbatível no que a patetas respeita. Creio mesmo que o desenvolvimento equilibrado de um País é inversamente proporcional ao índice de patetice.
O que me traz hoje aqui, e não pretendendo maçar excessivamente quem tiver a gentileza e paciência de ler estas linhas, é uma espécie específica de patetas.
São aqueles patetas que se sentem sempre ufanos da sua superioridade, a todos os níveis, e da sua infalibilidade. Existem em ambos os géneros!
E ufanos e arrogantes e pesporrentes porquê? Porque apatetados que são, julgam que a superioridade que imaginam ter e a legitimidade para as enormidades que praticam advêm do facto de os terem posto nos andares superiores de edifícios públicos. 
Estou em crer que como têm boas vistas sobre o estuário do Tejo, acreditam que daí lhes entra mais facilmente nos neurónios a inspiração para as suas tomadas de decisão.
Mas essas luminárias, não têm em conta que o ar que porventura lhes entra pelas janelas do sétimo e oitavo pisos nada os beneficia (coisa aliás impossível), pois vem poluído com os gases dos escapes das centenas de viaturas que circulam todo o santo dia nas vias dos dois lados do caminho de ferro LX-Cascais.
Essa poluição exponencia as barbaridades que na sua esfera de responsabilidade (??) vão despejando para o DR. Com prejuízo para o País e directamente para os cidadãos que procuram manter a dignidade dentro da sua secular instituição. Exponencia as barbaridades, além de que de base já lhes falta quase tudo: desconhecem a história, desconhecem conceitos básicos, não ligam ás leis existentes. Uma coisa têm: ausência quer de vergonha quer sentido de Estado.
Julgam-se acima de tudo e todos, talvez pensando que ainda estamos no tempo da arma que se vê na fotografia. Patetas.
António Cabral
cAlmirante, reformado, 
(Chapéus há muitos)"


Condição Militar?


ASSOCIAÇÕES PROFISSIONAIS DE MILITARES

COMUNICADO
(12 JAN 2015)

DESFAÇATEZ, EMBUSTE E SIMULACRO NA ADM

Para lerem este comunicado, na íntegra, podem seguir esta ligação.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Dia de Reis



Com a ajuda de Botticelli, aqui ficam os desejos de um bom Dia de Reis aos seguidores do Navio.

sábado, 3 de janeiro de 2015

O NRP "Sagres" em Lego

(Artigo publicado na Revista da Armada de Janeiro de 2015)


A LEGO é um sistema de peças fabricadas com plástico injetado, criado por Ole Kirk Kristiansen (1891-1958) em 1934. O nome tem origem na expressão dinamarquesa leg godt, cujo significado é “brincar bem”. Após a sua implantação no mercado internacional constatou-se que em latim o termo é sinónimo de juntar ou reunir. Muito popular entre crianças e jovens de várias gerações, as peças LEGO permitem replicar todo o tipo de construções, cujo limite é a imaginação de cada um. Tratando-se de peças robustas e fáceis de montar e desmontar, todos os dias se pode efetuar uma construção diferente, muito embora as mais elaboradas requeiram a dedicação de um grande projeto. De acordo com um estudo efetuado pelo Departamento de Matemática da Universidade de Copenhaga, com apenas seis peças 2x4 de cores diferentes – o mais célebre tijolo – é possível obter mais de 900 milhões de combinações diferentes, mais concretamente 915 103 765.
Em 1980, numa altura em que a marca enfrentava algumas dificuldades e procurava desenvolver produtos de cariz mais tecnológico para estimular a concentração e a criatividade, foi criada a divisão educacional da LEGO em colaboração com o Massachusetts Institute of Technology (MIT). Além das peças mais conhecidas da LEGO system, foram desenvolvidos outros conceitos como a LEGO Technic e a LEGO Mindstorms, que ajudam estudantes, projetistas e investigadores em áreas como a robótica, o design e a mecatrónica. As diferentes séries contribuem para a presença da LEGO em todo o mundo, desde os jardins- de-infância às universidades. Depois da Legoland Billund na Dinamarca (1968), a LEGO tem vindo a inaugurar outros parques temáticos, como a Legoland Windsor (1996) em Inglaterra, a Legoland Carlsbad na Califórnia (1999) e a Legoland Günzburg na Alemanha (2002).
Também os adultos de vários países e fans da LEGO têm criado associações, clubes e grupos dedicados a este hobby. Em Portugal foi necessário aguardar até 2004, altura em que um conjunto de 12 sócios fundadores, onde se encontrava o signatário, fundou a PLUG, acrónimo de Portuguese LEGO Users Group (Associação Portuguesa de Utilizadores de LEGO). Sendo uma associação sem fins lucrativos (www.plug.pt), os sócios da PLUG elegem em assembleia-geral os respetivos órgãos sociais, como a direção, a mesa da assembleia-geral e o conselho fiscal. A PLUG organiza encontros de convívio, debates e palestras sobre LEGO, assim como exposições abertas ao público onde estão patentes as construções e os modelos desenvolvidos pelos sócios. Da relação direta com a marca, obtém regularmente ofertas que são distribuídas pelos associados, que também beneficiam de melhores preços nos conjuntos e peças avulso. A partir de 2010 a PLUG registou a marca BRInCKa, utilizada na promoção dos seus eventos. Depois dos grandes LEGO fan events em Oeiras em 2013 e 2014, com uma área de 1200 m2 de exposição, a associação organizou recentemente em Braga o maior evento até à data com uma área de 5000 m2, que nos três dias recebeu mais de 22 000 visitantes. E foi por essa ocasião que o consócio Jorge Reis expôs o seu modelo do NRP Sagres, construído com cerca de 25 000 peças à escala minifig, as figuras humanas da LEGO system. Poucos dias antes, a RTP convidou-o a estar presente no programa Agora Nós, onde pela primeira vez foi mostrado este modelo da Sagres em LEGO iniciado em 2011, que tem 1,40 m de comprimento e 0,95 m de altura. Pelo contributo para a Construção da Lenda em que se tornou o ex-libris da Marinha, a Revista da Armada aproveita o ensejo para publicamente lhe agradecer a colocação desta relevante “peça” na história do NRP Sagres. Bem haja!
António Manuel Gonçalves
CFR
amg.sailing@gmail.com

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Mais uma reforma

Cada ministro sua reforma. É preciso apresentar serviço. Para o ano deve entrar novo MDN. O que é que irá fazer? Baralhar tudo outra vez? Baralhado já isto anda, basta ler os preâmbulos da molhada de leis que saíram para se perceber a clareza de pensamento e a lógica das coisas. A lógica do dinheiro fica logo evidente quando é determinado que o processamento, liquidação e pagamento de todo o pessoal no âmbito do MDN é feito pela secretaria-geral do ministério. Podemos prever o pior.
No MDN fundiram três direcções-gerais numa só, a D.G. Recursos, cujo D.-G. se intitulará Director Nacional de Armamento. Estão a ver o eterno Alberto Coelho ou outro qualquer rapazito do partido sentado em Bruxelas como Director Nacional de Armamento?
O EMGFA continua a engordar. Para além do hospital e do Instituto ainda lhe penduram uma nova Unidade de Ensino, Formação e Investigação de Saúde Militar que substitui a ESSM, que era do Exército.
As relações de comando são uma baralhada de conceitos onde se mistura níveis de comando com modalidades de comando, na ânsia de o CEMGFA mandar em tudo e sempre. Neste aspecto a missão do Comando Naval é patética. Basicamente faz o que lhe mandarem no campo militar, mas tem muito mais competências no âmbito da autoridade marítima. Não há atribuição de responsabilidades de área aos comandos operacionais, que agora chamam comandos de componente, macaqueando uma moda dos anos 90 em que tudo tinha que ser conjunto, mesmo que não fosse preciso (os políticos tinham aprendido a palavra). Mas salve-se uma coisa: o Comando Naval continua a ser o SUBOPAUTH. Pelos vistos ninguém teve a lata de pôr um major do EMGFA a tratar da segurança dos submarinos !
Desapareceu a Flotilha, revertendo as suas funções para o Comando Naval, como era dantes. Fechou-se o circulo. Pena que as esquadrilhas não voltem a chamar-se flotilhas. A terminologia continua errada.
Não tive tempo de ler as leis orgânicas do Exército e da Força Aérea. Fica para o ano.