quinta-feira, 31 de dezembro de 2020
O apagão
domingo, 27 de dezembro de 2020
Falecimento do V/Alm Alberto Duarte Lopes
A sua Família, em particular a suas filhas, e aos seus camaradas do curso " Salvador Correia de Sá e Benevides" o "Navio desarmado" apresenta sentidas condolências.
sábado, 26 de dezembro de 2020
CFR Luís Miguel da Quinta Marcão
"O Navio... desarmado" apresenta sentidas condolências à sua Família e aos seus amigos e camaradas.
terça-feira, 22 de dezembro de 2020
O possível Natal deste ano
"O Navio... desarmado", apesar das circunstâncias invulgares que actualmente nos afligem, não quer deixar de desejar as Boas Festas aos visitantes e colaboradores deste blogue mas que as celebrem com cuidado, cuidado nos contactos, cuidado na vida de todos nós ... protejam-se! Felicidades para todos!
sábado, 19 de dezembro de 2020
A SAGA do ARSENAL do ALFEITE
O Arsenal do Alfeite (AA) é um daqueles casos que merece estudo profundo, para se ter a noção rigorosa no que se refere a, incompetências várias, laxismo, degradação, clientelismo, soberba, mentira, desperdício de recursos, descapitalização, destruição, etc.
O AA tem sofrido tratos de polé desde sempre, mas mais particularmente nos últimos anos. O actual ocupante de gabinete no sétimo piso do edifício em frente ao estádio do Restelo é daqueles que mais se tem esmerado no que não deve ser feito.
Vem isto a propósito, não de tão lamentável criatura e dos seus desmandos, não de nunca mais a Marinha criar um trajecto privado para o nº1 do AA ir directo do portão verde ao AA sem ser maçado com cumprimentos militares e paragens, não por outras inúmeras possíveis e pertinentes razões, apenas porque calhou ver num jornaleco, "O Setubalente" de 18 de Dezembro a página 13, um artigo de uma das manas Mórtágua (JM) sobre o AA e com menção explícita a três arsenalistas.
JM recorda a 5ª administração do AA, chefiada por um homem do aparelho socialista, recorda promessas, e até que já existem ansiedades quanto a pagamentos de salários. A actual tutela do AA é pródiga em promessas, em novos modelos de gestão, em virar o Bojador mas, o que se vai observando é, descapitalização e destruição. Nada de espantar vindo de quem vem.
JM diz que o país e a região onde se insere o AA precisam do estaleiro, e termina o artigo dizendo - Portanto, Arsenal do Alfeite para quê? Para cumprir um interesse nacional estratégico. POIS!
António Cabral
cAlmirante, reformado
(marrevoltado.blogspot.pt)
CTEN OT (Ref) José Maria Ribeiro
"O Navio ... desarmado" apresenta sentidas condolências à sua Família e a todos os seus amigos e camaradas.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2020
A Marinha em Missão no estrangeiro: Fim de comissão da SNMG1
domingo, 13 de dezembro de 2020
CFR MN (Ref) João Manuel Costa Casqueiro de Sampaio
Outra dolorosa notícia transmitida pela "A Voz da Abita":
"Estimados Camaradas,
É com muita tristeza que damos a conhecer o falecimento do CFRAG Médico Naval, na situação de Reforma, João Manuel C. Casqueiro de Sampaio que ocorreu na passada noite de 9 para 10 de Dezembro (Quarta para Quinta-Feira), tendo o seu funeral tido lugar no dia de hoje no Cemitério de Barcarena.
À sua Família, em particular ao seu irmão C/Almirante Rui M. C. Casqueiro de Sampaio, aos seus Amigos e Camaradas mais chegados, apresentamos as nossas sentidas condolências
Saudações Navais."
"O Navio... desarmado " manifesta o seu pesar por este infausto acontecimento e envia sentidos pêsames à Família do Dr. Casqueiro de Sampaio e aos seus amigos e camaradas.
sábado, 12 de dezembro de 2020
CMG (Ref) Heitor Prudêncio dos Santos Patrício
Recebida através de "A Voz da Abita" mais uma triste notícia:
"Estimados Camaradas,
sábado, 5 de dezembro de 2020
CMG SEG (Ref) Manuel Mateus Sales Grade
Recebemos de "A Voz da Abita" a seguinte triste notícia:
"Estimados Camaradas,
Lamentamos dar a conhecer o falecimento, esta noite, do nosso Camarada CMG (Ref) Manuel M. Sales Grade, estando previsto que o seu funeral (cremação) tenha lugar no Cemitério dos Olivais, na próxima segunda-feira, pelas 10 horas.
À sua Família, em particular ao seu irmão CMG AN Henrique M. Sales Grade, aos seus Camaradas e Amigos apresentamos as nossas sentidas condolências,
Saudações Navais."
"O Navio... desarmado" associa-se a esta nota de pesar e envia os pêsames à Família do Cte Sales Grade e aos seus amigos e camaradas.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2020
Ainda a polémica do "duplo uso"
segunda-feira, 30 de novembro de 2020
CALM EMQ (Ref) Benjamim Afonso Serra Rodeia
Este blogue anunciou a 26 deste mês a triste notícia relativa ao falecimento do Eng. Rodeia. Transcrevemos do FB a Memória aí publicada pelo Calm ECN Martins Guerreiro e pelo CFR EMM Jorge Bettencourt:
"O Engenheiro Serra Rodeia chefiou o Gabinete de Estudos na segunda metade da década de 1980. O Guerreiro estava à frente de um dos Departamentos do Gabinete de Estudos e o Bettencourt era um dos seus subordinados. A engenharia na Marinha atravessava um processo de renovação com o programa de construção das fragatas da classe “Vasco da Gama”. Discutia-se a especificação técnica contratual dos novos navios e a Marinha via-se confrontada com um projecto que de uma assentada contemplava as mais modernas tecnologias nas soluções de construção naval, nos sistemas de automação, propulsão e auxiliares, nos sistemas de combate, enfim, dava um enorme salto tecnológico em praticamente todas as áreas. O Gabinete de Estudos prestava apoio e aconselhamento técnico à Missão responsável pela condução do programa de construção das novas fragatas ao mesmo tempo que continuava a cumprir as actividades de rotina relativas aos outros navios da Marinha. O Engenheiro Rodeia tinha assim de conciliar o emprego dos recursos técnicos do Gabinete de Estudos em dois mundos distintos: o das novas tecnologias dos futuros navios e o das tecnologias dos navios construídos na década de 60 para o teatro de operações africano. E foi na gestão desse equilíbrio que ficaram demonstrados o rigor, a competência, a seriedade e o profissionalismo do Engenheiro Rodeia. O Guerreiro só conheceu o Engenheiro Rodeia quando foi seu colaborador directo no Gabinete de Estudos. O Bettencourt conheceu-o antes, quando pouco tempo depois de regressar da pós-graduação nos EUA, já no Gabinete de Estudos, foi nomeado para, em acumulação, dar aulas de Metalurgia ao curso de engenheiros maquinistas navais da Escola Naval, cujo gabinete de formação técnico-profissional era chefiado pelo Engenheiro Rodeia. Homem de poucas palavras mas cordato, demonstrava nas suas intervenções um profundo conhecimento da profissão e que tinha ideias muito claras e reflectidas sobre os objectivos do curso. Voltaram a encontrar-se cinco ou seis anos depois quando o Engenheiro Rodeia, já Contra-Almirante, assumiu o cargo de Chefe do Gabinete de Estudos. O Engenheiro Rodeia lia sempre com extremo cuidado todos os documentos de serviço que o Guerreiro lhe entregava, discutia-os ao pormenor até ficar completamente esclarecido. Não tinha qualquer problema em pedir mais informações em áreas que não dominava, estudando com cuidado os elementos adicionais. Não o fazia por receio de errar, mas sim por desejo e vontade de saber mais e de melhor servir a Marinha. Qualquer nota ou informação para o exterior, tinha de ser cuidadosamente redigida sendo a sua forma o mais simples e clara possível. O Engenheiro Rodeia confiava nos colaboradores mas procurava atingir sempre os melhores padrões e isso levava-os a fazer o melhor que sabiam e podiam. O seu rigor e exigência eram, de facto, os alicerces das relações de forte consideração e amizade que estabelecia com os colaboradores. Sempre que era necessária a intervenção do Gabinete de Estudos no programa de construção das fragatas “Vasco da Gama” em áreas novas para as quais tinha recebido formação académica nos EUA, o Bettencourt era nomeado como seu representante. Dessas intervenções fazia relatórios tão exaustivos quanto possível para o Guerreiro que naturalmente os transmitia ao Engenheiro Rodeia. Inúmeras vezes os chamava ao seu gabinete para pedir esclarecimentos, comentar o que tinha sido feito e aconselhar soluções para os muitos problemas que enfrentávamos. Foi nesse período que o Bettencourt pôde comprovar e beneficiar da sua humildade, da sua sensatez e da sua competência técnica. O Engenheiro Rodeia figura na galeria dos seus melhores mestres sem nunca lhe ter dado uma aula. Quando deixou o cargo por ter atingido o limite de idade, o Engenheiro Rodeia continuou a ser uma referência para o Guerreiro e o Bettencourt. Algum tempo depois, precisaram de conselho num assunto de serviço. Ligaram ao Engenheiro Rodeia que logo se mostrou disponível para se encontrar com eles e, numa das salas do Clube Militar Naval, voltaram a reviver as conversas do Gabinete de Estudos.Mais tarde, o Guerreiro, já Chefe do Gabinete de Estudos, encontrou de novo o Engenheiro Rodeia numa situação deveras curiosa. O Engenheiro Rodeia, na reserva e fora do serviço, pediu para falar com ele e informou-o que era conselheiro técnico de uma empresa que estava a concorrer para fornecer uns salva-vidas à Marinha. O Guerreiro não sabia que o Engenheiro Rodeia dava apoio técnico a tal empresa ma s este entendeu que lhe devia dar conhecimento dessa relação. Disse-lhe ainda que já tinha informado a empresa que não daria qualquer colaboração naquele processo e que os tinha avisado que iam lidar com gente séria, bons profissionais, que não facilitassem ou tentassem quaisquer manobras de vendedores pouco rigorosos do ponto de vista técnico. O Guerreiro ficou muito sensibilizado com a atitude do Engenheiro Rodeia e a sua consideração pelo homem e pelo ex-chefe aumentou ainda mais. Esclarece-se que o concurso dos salva-vidas foi ganho por outra empresa que não aquela com a qual o Engenheiro Rodeia tinha a relação de conselheiro técnico. Foi uma excelente experiência trabalhar com um homem e um engenheiro que liderava pelo exemplo e pelo saber, que sabia aceitar sem dificuldade a opinião e os conhecimentos complementares dos seus subordinados; que valorizava o contributo dos outros e sabia encorajá-los a darem o seu melhor, assumindo sempre as responsabilidades mesmo se algo não corresse tão bem quanto desejado.
Homens como o Contra Almirante Serra Rodeia engrandeceram a Marinha e foram um exemplo para os mais novos. É certo que há muito tempo não conversávamos com o Engenheiro Rodeia, mas sabíamos que o podíamos fazer se precisássemos. Agora é que já não é possível e essa foi a nossa grande perda.
Martins Guerreiro e Martins Bettencourt
"O Navio... desarmado" associa-se a esta homenagem ao Eng. Serra Rodeia.
sexta-feira, 27 de novembro de 2020
RECORDAÇÕES da GUINÉ
Entre as recordações tangíveis guardo esta.
António Cabral,
cAlmirante , reformado
(marrevoltado.blogspot.pt)
quinta-feira, 26 de novembro de 2020
CALM EMQ (Ref) Benjamim Afonso Serra Rodeia
Apresentamos as nossas condolências a todos os seus familiares, em particular aos seus irmãos, os nossos camaradas Comandantes Joaquim Afonso e João António Serra Rodeia, bem como aos oficiais do Curso "Gil Eanes" que ingressaram na Escola Naval em 1951, ao qual pertencia. O seu corpo estará na Igreja do Campo Grande em Lisboa no próximo sábado, dia 28 de Novembro, a partir das 12.00 horas, saindo para o Cemitério dos Olivais pelas 14.15 horas.
A Marinha em Missão no estrangeiro: Exercício no Norte da Europa
quarta-feira, 25 de novembro de 2020
A Marinha em Missão no estrangeiro: Operação Atalanta
Novas lanchas da GNR: polémica em tons de Guerra-Fria
O Major-General Agostinho Costa (ex-Segundo Comandante da GNR) expõe o seu ponto de vista neste tão candente assunto: as lanchas da GNR e o "duplo uso" da Marinha.
Termina o seu artigo, aparecido no Diário de Notícias de hoje, assim:
Aqueles que bradam contra a capacidade marítima da GNR, sabem também que uma vulnerabilidade neste domínio é fator de alarme social e de quebra de prestígio de Portugal junto dos seus pares da UE, para além de uma porta aberta para soluções onde poderemos deixar de ser os sujeitos principais. Como lenitivo, parece pertinente lembrar a estrofe de Fernando Pessoa, do poema mar Português da Mensagem: "Quem quer passar além do Bojador, tem que passar além da dor".
Para o ler na íntegra podem seguir esta ligação.
terça-feira, 24 de novembro de 2020
Ainda sobre as lanchas para a GNR
Da autoria do Alm. Castanho Paes foi escrito um muito oportuno e interessante artigo sobre o assunto.
Para o ler, basta carregar AQUI.
domingo, 22 de novembro de 2020
Controlo do Mar sem Marinheiros
Foi publicado hoje no jornal Público, na sua edição on-line, um muito interessante artigo de opinião do nosso camarada e Professor do ISCTE João Freire, intitulado "Controlo do Mar sem Marinheiros".
Para o ler, basta carregar AQUI.
sábado, 21 de novembro de 2020
A Marinha em Missão no Estrangeiro (Golfo da Guiné)
O duplo uso nas Forças Armadas
quinta-feira, 19 de novembro de 2020
Mais uma opinião sobre a "Bojador"
A lancha "Bojador" a adquirir pela GNR tem levado a reações opinativas por parte de vários oficiais de Marinha. Desta vez é o Vice-Almirante João Pires Neves que, sob o título "Lanchas da GNR:objectivos distorcidos", publica a sua no "Diário de Notícias de hoje". Para a ler na íntegra basta "clicar" AQUI.
terça-feira, 17 de novembro de 2020
Opinião: Racionalizar ou desbaratar?
"A GNR vai ter meios para operar no alto mar, não obstante a lógica da criação, em 2007, da Unidade de Controlo Costeiro (UCC) se basear na ideia bem mais limitada de «garantir a continuidade da observação das leis em terra e no espaço marítimo até ás 12 milhas»."
Para ler o texto completo podem seguir esta ligação.
Mais um ...
domingo, 15 de novembro de 2020
1866, 15 NOVEMBRO
Lisboa, fundação do Clube Militar Naval.
15 Novembro é a data em que por decreto assinado pelo Ministro Visconde da Praia Grande os estatutos do clube foram fixados.
Uns dias antes, teve lugar uma importante reunião de oficiais de Marinha onde se discutiram prementes problemas de carreira nessa altura existentes. Nessa reunião foi depois apresentado um esboço de estatutos daquele que viria a ser pouco depois o nosso CMN.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(marrevoltado.blogspot.pt)