sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Mais outra memória naval - De Bissau a Bolama na LDP 303

Mais outra Memória Naval trazida à luz do dia, ou melhor, ao "Navio ... desarmado", pelo nosso bem conhecido camarada João Freire.
Para a ler, como de costume, carregar AQUI.

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

HFAR

Tentei hoje marcar uma consulta de estomatologia no HFAR por causa de um dente que se me partiu.
SÓ EM JUNHO DE 2020, reponderam-me!

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Comunicado do IASFA aos beneficiários ADM

https://www.iasfa.pt/comunicados/comuni-adm-lusiadas/

COMUNICADO AOS BENEFICIÁRIOS DA ADM

ASSINATURA DE MEMORANDO PARA A REGULARIZAÇÃO DA DÍVIDA DA ADM E PONTO DE SITUAÇÃO SOBRE A SUSPENSÃO DA CONVENÇÃO ENTRE A LUSÍADAS SAÚDE E O IASFA
O IASFA, I.P., (IASFA) informa que foi hoje assinado o Memorando de Entendimento entre o Ministério da Defesa Nacional e o Ministério das Finanças para a regularização de uma parte significativa da dívida acumulada da Assistência na Doença aos Militares (ADM). Este plano contempla um conjunto de medidas destinadas a regularizar a dívida acumulada, num prazo de três anos, incluindo uma primeira transferência já em 2019.Firmado este Memorando, o IASFA irá, no imediato, dar início ao processo de negociações com os prestadores privados de saúde, entre os quais, a Lusíadas Saúde, cuja convenção com a ADM se encontra suspensa desde o passado dia 22OUT19, mantendo-se entretanto as condições anteriormente anunciadas (vide NOVA TABELA ADM).
Mais se informa que o IASFA irá desenvolver todos os esforços para o restabelecimento da Convenção com a Lusíadas Saúde o mais breve possível.
Lisboa, 25 de outubro de 2019

O Conselho Diretivo do IASFA

sexta-feira, 22 de novembro de 2019

SUSTENTABILIDADE da ADM
Chamaram-me à atenção para um artigo de opinião publicado no Jornal Económico e que com a devida vénia reproduzo em baixo.
Naturalmente, como o autor é um oficial do Exército Português, poderá haver concidadãos que desconfiem de haver aqui alguma parcialidade.
Pela minha parte, estou convencido de que, a opinião formulada e os elementos concretos avançados, legitimam-me a opinião de estar perante uma postura muito clara, límpida, intelectualmente honesta que, por outro lado, bem evidenciam a pouca vergonha dos sucessivos governantes e governos quanto às Forças Armadas e, no caso concreto, quanto à Assistência na Doença dos Militares portugueses. 
Mais um exemplo vergonhoso da incompetência e má fé e desconsideração para com as FA, tudo se agravando ano após ano, nas barbas dos sucessivos PR e chamados Comandantes Supremos das Forças Armadas que, de concreto, e publicamente, nunca nada fizeram para inverter a situação em causa, nunca deram um  murro na mesa, para usar uma expressão de um pantomineiro e patético Komentador da treta.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

Uma vaca leiteira chamada ADM
Carlos Branco, Major-general e Investigador do IPRI-NOVA
19 Novembro 2019

A sustentabilidade da Assistência na Doença aos Militares fica garantida no dia em que a mesma se veja livre do fardo de ter de suportar dívidas que extravasam o seu âmbito e, por isso, não lhe competem.

Fomos recentemente informados que o Ministério das Finanças se recusa a assumir o pagamento da dívida do Instituto de Ação Social das Forças Armadas (IASFA), cerca de 90 milhões de euros acumulados ao longo dos últimos dez anos, enquanto aquele não garantir que a dívida não vai aumentar no futuro.

Segundo notícias publicadas na comunicação social, o Ministério das Finanças colocou a possibilidade de pagar essa dívida (em parte ou na totalidade), desde que o IASFA “apresente um plano de gestão eficiente da Assistência na Doença aos Militares (ADM)”. Para se perceber como se chegou aqui temos de separar a regularização da dívida da sustentabilidade do sistema. Iremos concentrar-nos apenas nos aspetos relacionados com a sustentabilidade.

As razões enquadram-se em dois domínios: o universo dos contribuintes versus o universo dos beneficiários, e a forma como é utilizado o dinheiro. Relativamente ao primeiro domínio, sublinha-se que a ADM tem cerca de 110 mil associados, mas apenas 60% contribui financeiramente para o subsistema.

Para além dos cônjuges (sem rendimentos) e dos descendentes ficam de fora os beneficiários titulares reformados com pensões inferiores a 900 euros, dos quais fazem parte um número muito significativo de deficientes das Forças Armadas, os pensionistas de invalidez, os pensionistas de preço de sangue, ao que se acrescenta os respetivos familiares. Este universo beneficia, mas não contribui para o subsistema. Todas estas despesas são imputadas à ADM sem que por parte do Estado exista a necessária compensação.

No que respeita ao segundo domínio, até há pouco tempo os encargos com os medicamentos disponibilizados pelo LMPQF e Hospital das Forças Armadas, e com a saúde operacional, que no primeiro caso devem ser responsabilidade do SNS e no segundo do orçamento do Ministério da Defesa, foram indevidamente assumidos pela ADM.

Esta última situação foi corrigida no final de 2018 pelo atual ministro da Defesa Nacional. Até então, as despesas decorrentes da necessidade de garantir a prontidão dos militares na efetividade de serviço foram financiadas pela ADM, quando deviam ser pelo Orçamento do Estado. Falamos de uma despesa de cerca de quatro milhões de euros anuais, durante cinco anos.

As despesas associadas a acidentes em serviço e doenças profissionais têm sido igualmente oneradas pelos descontos dos beneficiários. O aumento da dívida da ADM é, pois, o resultado do somatório de todas estas despesas impropriamente suportadas pela ADM. Nada do que foi aqui referido é novo ou desconhecido dos sucessivos ministros da Defesa Nacional. A situação podia ter sido resolvida há muito tempo. Ou até podia não existir, não tivesse alguém um dia pensado pôr os militares a substituir o Estado em matéria de apoio social.

Sem questionar a necessidade de se gerir de um modo mais eficiente, como sugerido pelo atual ministro da Defesa Nacional, não podemos igualmente deixar de propor ao poder político que faça o que já devia ter feito há duas décadas. Isto é, legislar no sentido de assumir as suas responsabilidades em matéria de apoio social. Enquanto não o fizer não haverá “plano de gestão eficiente” que resista.

Por isso, abandone-se o papão da inviabilidade da ADM. A sua sustentabilidade fica garantida no dia em que a ADM se veja livre do fardo de ter de suportar dívidas que extravasam o seu âmbito e, por isso, não lhe competem.

O mar de Portugal (como nunca o vimos) numa série de seis episódios



A série documental Mar, a Última Fronteira tem estreia marcada na RTP1 para o próximo sábado, 23 de Novembro, às 10h. É o primeiro de seis episódios, sempre aos sábados àquela hora, de uma série totalmente dedicada à biodiversidade do mar português, com realização do fotógrafo e cineasta subaquático Nuno Sá.


Ver artigo completo aqui.

Fonte: Público, 22 de Novembro de 2019.



Memórias Navais

Mais outra Memória Naval, compilada e difundida pelo nosso camarada Prof. Doutor João Freire. Pode vê-la como de costume a partir DAQUI

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Carta Aberta do Almirante Castanho Paes dirigida ao jurista José Miguel Júdice

O "Navio... desarmado" dá a conhecer a todos os seus leitores, muito particularmente aos "Marinheiros", a carta aberta dirigida pelo Almirante Castanho Paes ao dr. José Júdice, denunciando as declarações falsas, incorrectas e inaceitáveis por este, proferidas em entrevista no canal televisivo SIC.
Sugere-se vivamente, pela sua oportunidade e justeza, a sua leitura. Para tal, carregue aqui.

sábado, 16 de novembro de 2019

Aniversário

Comemora hoje o seu 5º aniversário o jovem "O Navio... desarmado".
Pela sua natureza (e da sua guarnição...) tem mantido uma actividade calma sem grandes sobressaltos.
Que assim continue, por muitos e bons anos, tantos quantos os seus colaboradores lhe permitirem, com vento bonançoso e mar de feição, são os votos que lhe endereço.

sexta-feira, 15 de novembro de 2019

CALM EMQ Luiz Casimiro de Mesquita Dias


É com pesar que vimos informar o falecimento do Engenheiro Mesquita Dias (Curso Afonso de Albuquerque) com 96 anos (faria 97 no próximo dia 19). O seu funeral será realizado amanhã, 16 de Novembro, saindo da Igreja de S. João de Deus (Praça de Londres) para o cemitério do Alto de S. João pelas 1500 hrs após celebração de uma missa de corpo presente às 1400 hrs.
"O Navio... desarmado" apresenta sentidas condolências à sua Família e aos seus amigos e camaradas. 

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

sábado, 9 de novembro de 2019

ADM - Descontos

"Auditoria do Tribunal de Contas diz que descontos “estão a financiar despesas que compete ao Estado suportar” e detetou potencial de faturação indevida por falta de regras e controlo"

Caso estejam interessados em ler o artigo completo (Jornal I, de hoje) podem seguir esta ligação.
SE  FALASSE .........
Quantas caravelas, naus e outras embarcações, aqui terão estado amarradas?
AC

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Memórias navais. Uma missão falhada...

Mais outra Memória Naval, compilada e difundida pelo nosso camarada Prof. Doutor João Freire. Pode vê-la como de costume a partir DAQUI.

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

RECORDANDO
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)
O  MILITAR

Um militar digno, com coluna vertebral verdadeira, está subordinado, sabe o que é subordinação.
Um militar digno, com coluna vertebral, detesta a submissão, não aceita a submissão.

António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

sexta-feira, 1 de novembro de 2019