Hoje de manhã, ao largo de Cascais e de largada para Lisboa.
quarta-feira, 29 de agosto de 2018
sábado, 25 de agosto de 2018
OS DIAS QUENTES....MUITO QUENTES
Os dias muito quentes por altura das tragédias em Monchique passaram, e eu percorri zonas em que o carro marcou entre 38 e 41ºC.
Mas posso garantir aos meus estimados companheiros de blogue e visitantes que, na passada 2ª Feira, 20 de Agosto, lá para cima, bem perto da linha divisória, apanhei 39º C.
Depois do programa matinal e de ter terminado o almoço cerca das 1340h, cada vez que saía do carro na companhia da NIKON D 90 para observar rios património edificado etc, ela cumpria o seu dever mas questionava-me sempre se eu estava a gostar de me sentir assado; o ar estava espesso/asfixiante, tórrido, e quase perto das 1500h apareceram os tais 39º C.
Aliás, passei por uma zona onde, para além de me cruzar quase a 5 Km/h com infinita precaução por ""enormes postas Barrosãs de cornos enormes"", passei na zona de incêndio recentíssimo e vi um reacendimento que, asseguro, nada tem de simpático.
Decidi como um verdadeiro almirante: dei forte corda ás quatro rodas e pouco mais de 75 minutos depois estava nos magníficos aposentos a vestir o calção de banho e segui..........a saciar-me como podem ver. Cerca das 1700 h, dentro da piscina 24º C, fora de água 35ºC.
António Cabral
Os dias muito quentes por altura das tragédias em Monchique passaram, e eu percorri zonas em que o carro marcou entre 38 e 41ºC.
Mas posso garantir aos meus estimados companheiros de blogue e visitantes que, na passada 2ª Feira, 20 de Agosto, lá para cima, bem perto da linha divisória, apanhei 39º C.
Depois do programa matinal e de ter terminado o almoço cerca das 1340h, cada vez que saía do carro na companhia da NIKON D 90 para observar rios património edificado etc, ela cumpria o seu dever mas questionava-me sempre se eu estava a gostar de me sentir assado; o ar estava espesso/asfixiante, tórrido, e quase perto das 1500h apareceram os tais 39º C.
Aliás, passei por uma zona onde, para além de me cruzar quase a 5 Km/h com infinita precaução por ""enormes postas Barrosãs de cornos enormes"", passei na zona de incêndio recentíssimo e vi um reacendimento que, asseguro, nada tem de simpático.
Decidi como um verdadeiro almirante: dei forte corda ás quatro rodas e pouco mais de 75 minutos depois estava nos magníficos aposentos a vestir o calção de banho e segui..........a saciar-me como podem ver. Cerca das 1700 h, dentro da piscina 24º C, fora de água 35ºC.
António Cabral
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COMEÇAR BEM o DIA
Durante vários dias, começar assim a manhã dá/ deu muita genica para as "descobertas" da natureza e culturais.
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sexta-feira, 24 de agosto de 2018
Dia Mundial do Cão
Face à paupérrima actividade deste "Navio" (julga-se que ainda navega ... ou será que já não?) resolvi retirar da página da Marinha na Net uma notícia referente ao Dia Mundial do Cão, uma área talvez pouco conhecida.
"No próximo domingo (26 de agosto) assinala-se o Dia Mundial do Cão. Desde o início do ano, os 14 canídeos do Núcleo Cinotécnico da Marinha Portuguesa já realizaram 107 ações de Busca e Deteção de Estupefacientes e Explosivos e também demonstrações Cinotécnicas.
O Núcleo de Cinotecnia faz parte do Comando do Corpo de Fuzileiros e situa-se na Escola de Fuzileiros, no Barreiro. Atualmente é composto 7 militares fuzileiros e 14 canídeos, dos quais 7 atuam na área de Busca e Deteção de Estupefacientes e os outros 7 na área de Busca e Deteção de Explosivos.
“Zarco”, um Labrador Retriever, é o mais recente membro desta equipa e encontra-se ainda em formação na área de Busca e Deteção de Estupefacientes.
Esta semana, a cadela “Emma”, uma pastora alemã que também faz parte do Núcleo, deu à luz na Escola de Fuzileiros quatro cachorros (2 machos e 2 fêmeas, todos com 500 gramas)"
segunda-feira, 13 de agosto de 2018
CASTRO MARIM - Fortificações
Na sequência
das referências a fortificações iniciadas e continuadas pelo António Cabral e também
por outros neste blogue, aqui deixo mais uma, sobre o Castelo e Forte de S.
Sebastião, sitos no extremo Leste do sotavento algarvio, precisamente em Castro
Marim, a também referenciada por terra do sal e senhora de um historial
riquíssimo (declaração de interesse: sou natural de lá).
A povoação
actualmente apelidada de Castro Marim, é antiquíssima, havendo aí vestígios da
presença humana que remontam ao final da Idade do Bronze (século IX a.C.) e
início da Idade do Ferro (século VIII a.C.).
Em 1274 D.
Afonso III, receoso de eventual agressão por parte do reino vizinho e das
investidas dos piratas e corsários que não raras vezes assolavam a costa
instaurando um clima de insegurança, violência e rapina e reconhecendo que a
posição de Castro Marim, num cerro sobranceiro à foz do rio, lhe conferia uma excelente
situação estratégica na defesa e vigilância do reino pela visão privilegiada
sobre um extenso território à volta, manda edificar o Castelo Velho e atribuir à vila uma Carta de Foral em 1277. É esta a data simbólica da fundação de
Castro Marim.
Seu filho,
D. Dinis, na mesma linha política, manda reforçar o Castelo Velho com uma Cerca
em 1279, a Cerca Vilã, com vista a intensificar o povoamento e aumentar a
capacidade defensiva da vila, principalmente após a cedência de Ayamonte ao
reino de Castela e em 1282 confirma e reforça os foros e privilégios
anteriormente conferidos por seu pai.
Durante a Guerra
da Restauração (1640 – 1668) são mandados construir o Forte de S. Sebastião, a
Cerca seiscentista, o Revelim de Stº. António e a Bateria do Registo, para
melhor controlar a navegação no Guadiana e o acesso ao Forte.
Hoje a
importância militar de CM não tem significado e a sua afirmação em termos
económicos e sociais não tem sido fácil dada a concorrência do (muito) mais
recente e dinâmico concelho de VRSA. Restam-lhe as indústrias do sal e do
turismo, com ressurgimento da primeira e desenvolvimento da segunda, já que as
actividades agrícola e pesqueira pouco significado têm.
A quem tiver
interesse e sobretudo a paciência de ler algumas despretensiosas notas, embora
muito poucas, sobre esta terra do sal, convido a ler umas linhas que escrevi e
que foram publicadas no Boletim da Associação dos Pupilos do Exército, a pedido
do seu Director, meu amigo e contemporâneo daquela instituição.
Quem tiver
essa coragem, é favor carregar aqui.
domingo, 12 de agosto de 2018
UM MODESTO CONTRIBUTO
Modesto contributo fotográfico para o magnífico apontamento que o Nunes da Cruz quis convosco partilhar acerca de Cacela Velha, porventura não conhecido de todos.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(chapéus ha muitos)
Modesto contributo fotográfico para o magnífico apontamento que o Nunes da Cruz quis convosco partilhar acerca de Cacela Velha, porventura não conhecido de todos.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(chapéus ha muitos)
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sábado, 11 de agosto de 2018
Fuzileiros portugueses na Lituania (comunicado do EMGFA)
Fuzileiros portugueses conduzem primeira operação anfíbia da Marinha lituana
11-08-2018
A Força de Fuzileiros da Marinha portuguesa, integrada na missão da NATO no quadro das medidas de tranquilização na Lituânia, realizou, no dia 7 de agosto, uma operação anfíbia em conjunto com a Marinha Lituana e a “Dragoon Battalion”, unidade militar lituana parceira da Força de Fuzileiros portuguesa em missão naquele país , sendo esta a primeira operação deste género efetuada pelas Forças Armadas Lituanas e na história da Marinha Lituana.
Com as adequadas medidas de segurança e num cenário simples, foram conduzidas todas as fases de uma operação anfíbia de pequena envergadura, do tipo raid/incursão anfíbia, nomeadamente o planeamento, embarque, movimento, ensaio, “shapping”, “ação” e “terminação”.
Esta operação foi efetuada na sequência do bloco de treinos dedicados às operações anfíbias, no qual é efetuado o treino de táticas, técnicas, procedimentos e perícias básicas.
A Marinha portuguesa proporcionou assim à Marinha lituana um momento histórico no seu currículo operacional, ao mesmo tempo que garantiu a possibilidade de edificação de uma nova capacidade na Força militar lituana, congénere dos fuzileiros portugueses.
Fotos: Laura Sky
sexta-feira, 10 de agosto de 2018
Cacela Velha - Património histórico
Recanto do Forte de Cacela (Velha) e primitiva barra da Ria
Formosa no seu extremo E.
A partir do momento em que foi aberta a barra (artificial)
de Tavira, a de Cacela começou a assorear encontrando-se no estado actual.
Possuo cópia de uma carta de 1854 do Capitão dos portos de
VRSA e Tavira, dirigida ao Major General da Armada, apresentando “… o incluso
esboço da Planta deste Rio e Barra, que tencionava passar a limpo, e ao mesmo
tempo também observar e verificar vários pontos que desempenhei à pressa …”, “… por isso não tem a exactidão necessária
como erão os meus desejos mas lembrando-me que em esta ocasião talvez possa
servir d’algum esclarecimento para atenuar o desfavorável effeito que devem ter
causado os repetidos náufragos nesta Barra, supondo-a mais perigosa e difícil…”.
Segundo o “Jornal do Algarve” de 2 de Agosto de 2018,
escavações arqueológicas levadas a cabo há pouco no sítio do Poço Antigo desta
vila de Cacela, puseram a descoberto a sua riqueza patrimonial e histórica. Permitiram
a exumação de 10 esqueletos humanos pertencentes à geração dos povoadores
cristãos da região, após a conquista do Algarve aos mouros em 1249 e a
descoberta de um gato no cemitério.
Sob esta necrópole foi descoberto um bairro almóada dos
séculos XII e XIII, escavadas que foram duas casas de pátio interior,
circundadas por compartimentos.
Inclui-se também, para encerrar, a vista deste local para Espanha.
(Nota: a primeira foto não é de minha autoria)
Pavilhão das Galeotas
A foto foi obtida por mim durante o lançamento do Livro de Curso do OC em 26 de Setetembro de 2013. O texto foi retirado da página da Marinha na Net:
"A propósito da comemoração do 56º aniversário do Pavilhão das Galeotas, a 15 de agosto, o Museu de Marinha vai proporcionar neste dia, às 10h30, uma visita guiada gratuita ao local, mediante inscrição prévia.
"A propósito da comemoração do 56º aniversário do Pavilhão das Galeotas, a 15 de agosto, o Museu de Marinha vai proporcionar neste dia, às 10h30, uma visita guiada gratuita ao local, mediante inscrição prévia.
Há 56 anos, a 15 de agosto de 1962, o Museu de Marinha mudava-se de armas e bagagens para as instalações que ocupa até hoje, no Mosteiro dos Jerónimos. Nessa altura era também inaugurado o primeiro pavilhão construído de raiz em Portugal para efeitos museológicos, o Pavilhão das Galeotas, concebido pelo arquiteto Frederico George, e que alberga atualmente a maior e mais valiosa coleção de embarcações Reais de grande aparato no Mundo.
A atividade está limitada a um número máximo de 35 participantes, sendo que as inscrições devem ser feitas até às 17h00 do dia 14 de agosto, na bilheteira do Museu de Marinha ou através do telefone, pelo número 210 977 388."
quinta-feira, 2 de agosto de 2018
Ainda o Seminário do GREI
Para os eventuais interessados informa-se que estão disponíveis no Site do GREI-Portugal as intervenções que constituiram parte integrante do programa do Seminário realizado na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, em 04JUL p.p.
Para aceder aos respectivos vídeos podem seguir esta ligação.
terça-feira, 31 de julho de 2018
quarta-feira, 25 de julho de 2018
Património Histórico
Recebida a seguinte mensagem:
"Desde já os meus agradecimentos a quem me possa informar o que é feito do monumento comemorativo da viagem de Gago Coutinho e Sacadura Cabral, existente na Doca do Bom Sucesso e do qual só resta hoje a base ?
domingo, 22 de julho de 2018
sábado, 21 de julho de 2018
sexta-feira, 20 de julho de 2018
quinta-feira, 19 de julho de 2018
Passou na SIC em 19JUL2018
Exibido na televisão em 19JUL2018, na SIC, um novo programa "Aqui há História".
No primeiro programa foi relatado o afundamento em 26 de Fevereiro de 1989 do NM Nigeriano "River Gurara" junto ao Cabo Espichel, em que o navio SAR, a FF "Comte Hermenegildo Capelo" participou. Então comandada pelo CFRAG Luís Mota e Silva (VALM), este deu o seu testemunho das dificuldades enfrentadas e das adversas condições em que conseguiram salvar 27 dos 48 tripulantes. No programa ainda se ouviu um dos oficiais da guarnição, então TEN Custódio Lopes (Comte), bem como os impressionantes relatos dos elementos (maioritariamente bombeiros) que em terra assistiram impotentes aos angustiantes pedidos de socorro da tripulação.
Nota: Pode ser visto aqui.
quarta-feira, 18 de julho de 2018
segunda-feira, 16 de julho de 2018
E MAIS 9 FOTOGRAFIAS......
Tiradas quando a degradação era devastadora para o coração de um cidadão normal quanto mais para militar. Creio que foi finalmente recuperado, estou para ir lá um destes dias.
António Cabral
cAlmirante, Reformado
(chapéus ha muitos)
Tiradas quando a degradação era devastadora para o coração de um cidadão normal quanto mais para militar. Creio que foi finalmente recuperado, estou para ir lá um destes dias.
António Cabral
cAlmirante, Reformado
(chapéus ha muitos)
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