Devo estar completamente equivocado, e mais que isso, distraído, mas não encontrei na legislação em vigor norma que suporte uma apreciação no ramo, depois do governo ter decidido /escolhido o nome para chefiar esse ramo. Mas é certamente falha minha. António Cabral, cAlm, reformado
Isso era dantes, em que o ramo propunha 3 nomes e o poder político escolhia um desses. Agora não, eles escolhem logo quem quiserem sem que o ramo tenha qualquer palavra a dizer.
O ministro escolhe um nome que leva à apreciação do CEMGFA, que por sua vez pede a opinião do Conselho Superior do ramo.Tudo isto à posteriori. O que acontecerá se o ramo não concordar com o nome? A lei nada diz.
Devo estar completamente equivocado, e mais que isso, distraído, mas não encontrei na legislação em vigor norma que suporte uma apreciação no ramo, depois do governo ter decidido /escolhido o nome para chefiar esse ramo. Mas é certamente falha minha.
ResponderEliminarAntónio Cabral, cAlm, reformado
Será uma originalidade? Ou uma "boca" do DN? Adiante se verá (espero eu)!!!
ResponderEliminarPensava que era o Conselho do Almirantado que propunha ao MDN.
ResponderEliminarOu será mais uma falta de respeito em relação à Marinha?
Isso era dantes, em que o ramo propunha 3 nomes e o poder político escolhia um desses. Agora não, eles escolhem logo quem quiserem sem que o ramo tenha qualquer palavra a dizer.
ResponderEliminarO ministro escolhe um nome que leva à apreciação do CEMGFA, que por sua vez pede a opinião do Conselho Superior do ramo.Tudo isto à posteriori. O que acontecerá se o ramo não concordar com o nome? A lei nada diz.
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