Os quatro chefes militares, que alertaram o ministro da Defesa para o défice de efetivos, asseguraram hoje que "não esteve, não está, nem estará em causa o cumprimento das missões das Forças Armadas".
Caso estejam interessados em ler o artigo completo (in O Jornal Económico) podem seguir esta ligação.

É sempre complicado comentar o que se desconhece de verdadeiro/ real /com rigor, e não pelos "media". Isto dito :
ResponderEliminar1º comentário - mantenho tudo aquilo que venho dizendo desde designadamente 1992, tudo isto é lamentável, e é um crescendo de décadas, com culpas várias e por esta ordem, primeiro dos sucessivos políticos/ governantes/ comandantes supremos/ deputados, depois das sucessivas chefias militares, com poucas excepções.
2º comentário - como muitas vezes acontece, os títulos enganam. Todos são chefes, mas quando se fala dos quatro chefes militares, sempre isso incluiu e inclui o CEMGFA, CEMA, CEME, CEMFA.
3º comentário - pela Marinha esteve o VCEMA, segundo o Expresso a assinatura no tal memorando é dele.
4º comentário - não teria sido mais adequado, cada chefe, isoladamente, levar ao inefável ministro a listagem do que o respectivo Ramo pode continuar a assegurar, interna e internacionalmente, face ás crescentes dificuldades/ limitações, de meios humanos, materiais, financeiros?
Como diz um amigo meu lá na Beira-Baixa, "para isso era preciso "tomatas", palavra que naquela zona muitas vezes utilizam para designar tomates.
António Cabral
cAlmirante reformado
(Chapéus há muitos)
Acabo de ver a opinião que conta (!!!) de Marques Mendes.
ResponderEliminarDevo confessar que depois de o ouvir comentar os arrufos dos militares, dei uma valente gargalhada; ..."já não é o que era".....disse ele, referindo-se as chefias militares!!!!
ACabral