terça-feira, 22 de agosto de 2017

Nos 100 Anos da Aviação Naval



  Em cadete, estagiei durante 1 mês em S. Jacinto, tendo chegado a descolar, voar e aterrar em Tiger Moss.
  Com 2º ten concorri à aviação naval, mas não fui admitido por deficiência auditiva.
  Indignado com o pretendido fim, por entender que a Armada precisava de meios aéreos, ainda fui, com outros camaradas, assistir ao debate na Assembleia, na vã esperança de que a nossa presença demovesse tal decisão.
  E, ao iniciar o processo de renovação dos meios navais, que veio a ser concretizado com as MEKO, indiquei como imperativo a existência de helicóptero nas fragatas, tendo, inclusivamente, visitado a Westlland para ver e experimentar os Sea Linx. E voei num deles da fábrica até Londres, sendo-me concedido que, durante algum tempo do voo, o experimentasse, conduzindo-o e manobrando-o.
  Em anexo uma foto da minha passagem por S. Jacinto e cópia da capa do manual do Linx que me ofereceram.



1 comentário:

  1. Por ter um tio piloto da Aviação Naval, curiosamente EMQ (terá sido o único?), tive em miúdo várias oportunidades durante férias na Costa Nova do Prado de visitar e almoçar com outros ex-aviadores navais na Base de S.Jacinto (ainda da Marinha), salvo erro sendo seu Comandante Trindade dos Santos. Aí ouvi histórias interessantíssimas e curiosas entre as quais dum importante Juiz de Aveiro a quem foi proporcionado um baptismo de voo, que depois de avisado para não se sentindo bem comunicasse pelo tubo de voz com o piloto nada mais disse até o piloto esgotar todas as manobras possíveis... e mais não digo. Os 100 anos da criação da Aviação merecerão certamente um evento e exposição para assinalar tal facto.

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